sábado, 15 de agosto de 2015

Eusébio Rock Day. Sétima edição já é aguardada.

A cena roqueira cearense ferve.

E nas últimas semanas de julho e início de agosto ferveu ainda mais. Aconteceram no Centro Cultural do Banco do Nordeste do Brasil e no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura os festivais Rock Cordel e Forcaos (além da Mostra Petrúcio Maia, no Estoril), todos na capital cearense. No final de semana seguinte, era a vez da região metropolitana mostrar sua força através da sexta edição do Eusébio Rock Day (que, na verdade, trouxe DOIS dias de muita música à cidade de Eusébio), promovido com o apoio da Secretaria de Cultura e Turismo e da Prefeitura Municipal de Eusébio. Por motivos de saúde, não pudemos estar presentes no Forcaos e Rock Cordel, mas contamos abaixo como foi o Eusébio Rock Day, principalmente seu segundo dia, mais dedicado ao heavy metal e afins.



Mais ou menos semelhante a Osasco, a cidade de Eusébio fica localizada bem perto de Fortaleza. É possível chegar lá através da BR 116 ou pelo bairro de Messejana. Logo ao chegar no Polo de Lazer, local onde aconteceria o show, já ficamos impressionados com a mega estrutura destinada ao evento. Um enorme galpão com capacidade para receber algumas milhares de pessoas. Ao fundo, uma lagoa proporcionava um clima agradável ao local, uma brisa suave (mas é bom lembrar de levar repelente da próxima vez, afinal, uma lagoa é uma lagoa). O palco também tinha boas proporções, com um grande espaço de backstage. Além disso, a sensação de segurança proporcionada pela presença da Guarda Municipal era um plus. Um ônibus também havia sido providenciado pelos próprios headbangers para trazê-los de Fortaleza ao Eusébio, apesar de que a viagem de carro não é muito longa.



O primeiro dia de festival já tinha acontecido, mas não pudemos acompanhar por outros compromissos profissionais. No fim de tarde de sexta-feira, 07 de agosto, a festa começou com as bandas PALCO DE ILUSÕES, IN NO SENSE, LAVAGE, THRUNDA, GLAUCO KING & THE WEST WOLVES e THE GOOD GARDEN. Os relatos dão conta de que perdemos uma parte importante do evento. No entanto, você vai poder acompanhar a partir de agora tudo o que aconteceu no segundo dia do Eusébio Rock Day.

Foto: André Rocha

WARBIFF


A primeira banda no palco no sábado foi a Warbiff com seu thrash metal ultra técnico, fazendo com que, já na segunda música, começassem os moshs, apesar de ainda tímidos. Logo o público começou a tomar conta do espaço, fazendo roda e headbangeando ao som de músicas como "Pigs Parliament" e "La Bestia", todas com solos cheios de feeling, vocais com muita agressividade de Daniel Bifão e cozinha sempre muito presente. Em "Eternal Violence", que vai ser parte do novo CD (ainda a ser lançado), dava pena da bateria, espancada sem dó desde o início.

Foto: André Rocha

Foto: André Rocha

Foto: André Rocha


FIST BANGER

Segunda no cast, a FIST BANGER subiu ao palco com uma formação quase completamente nova, mas já foi engatando a quinta e colocando a máquina para sofrer a 200km/h. O guitarrista Márcio Seabra estava estreando, enquanto o baixista Sílvio Arruda fazia seu segundo show com a FB. O outro guitarrista, Ígor Vinícius, já toca com a banda há um ano. Vinny Fist, o vocalista (e, além do baterista Paulo, um dos únicos da formação original), é uma grande figura, saído diretamente de um VHS de uma banda dos anos 80. Além disso, tem boa presença de palco, cantando com agudos impressionantes, abraçando os novos colegas, se jogando no chão...


Foto: André Rocha

No set, sons como "Speed Metal Reaper" e "Invaders of The Thrash". Apesar de algumas paradas, a mistura de speed e thrash fez com que o show parecesse ainda mais rápido do que realmente foi, exaurindo a energia dos bangers.

ARCHARD

Já no início da noite, a ARCHARD (ArcharD) subiu ao palco e conquistou a atenção do público com a voz poderosa de Graça Santtos e os duelos de guitarra de Fred Façanha e Isrhael Araújo em "Between Darkness and Light", além das batidas precisas de Jefté Albuquerque. Era a quarta apresentação da banda de heavy metal forte, sagrado e poderoso (como diz o nome) da vizinha cidade de Aquiraz em edições do Eusébio Rock Day.

Foto: André Rocha

"Now Is The Time" começa com uma intro muito bem trabalhada e foi o ponto alto do show. Apesar do som do baixo estar, digamos, baixo (merecia uma melhor equalização), era uma banda que eu não conhecia, mas deu vontade de correr para o note, acessar sua página e baixar o EP (gratuita e legalmente). Se você também se interessou, acesse o link abaixo.

http://archard.com.br

O que a banda tem obrigação de fazer agora é correr para o estúdio e registrar mais composições num full-length. Ponto.

Foto: André Rocha

Foto: André Rocha



COLDNESS

O riff de teclado de Gabriel Andrade era a deixa para que o heavy metal de luxo da COLDNESS começasse com uma das mais aguardadas apresentações do festival, com melodias marcantes e virtuosismo. Depois de Lenine Matos (vocalista) sobreviver a "The Turnaround Motion", Vicente Ferreira (baterista da IN NO SENSE, substituindo Pasknel Ribeiro, viajando) deixa sua marca. "On A Great Speed", do primeiro álbum ("Existence") recebeu de Lenine (que não estava na banda à época de seu lançamento) a interpretação que merecia.

Foto: André Rocha

O vocalista repetiu a boa presença de palco já vista em outros shows, chegando a arriscar algumas notas no braço da guitarra de Yago ou bater nos pratos de Pasknel (temporariamente sob as baquetas de Vicente) em momentos claramente ensaiados previamente. E apesar da melodia sempre marcante, o som da COLDNESS não deixa de ter muito peso. A suite "Justify Your Existence", com todas as suas nuances, é de emocionar. "Tormented" foi a última de um show que merecia mais (nem que fosse pra tirar o riff grudento da cabeça), um show que teve belos solos de guitarra, outros belos solos de teclado, baixo sempre marcante e Vicente Ferreira mostrando estar sempre muito bem (mesmo quando substituindo um colega).

  
Foto: Gandhi Guimarães
 
Fotos: Gandhi Guimarães

Foto: Gandhi Guimarães

Foto: Gandhi Guimarães

Foto: Gandhi Guimarães

 
Foto: Gandhi Guimarães

Fotos: Gandhi Guimarães


S.O.H.

grrrr, grrrr, pow, pow, pronto, cabou.

Mais um entre os mais esperados da noite, o show da SIEGE OF HATE bem que poderia ser descrito assim. Mas, vamos tentar falar dele de uma forma mais "burocrática". Com uma mistura de death metal e grind core, o trio foi buscar no estômago dos bangers toda a brutalidade e energia que havia ali. Explosões em formato de som pesadíssimo, natureza subversiva e um conjunto de bangers moendo a si próprios em moshs violentíssimos. Bruno Gabai (vocalista/guitarrista) exortou a galera curtindo toda unida os diversos estilos do festival, death, thrash, melódico, hardcore ("a galera do doom metal também", pontuou o baixista George Frizzo, em noite especialmente inspirada). A cada pedrada como "Forthcoming Holocaust", "The Walls Built Inside Us" e "Hipocrites" (dedicada aos adoradores das igrejas), o público enlouquecia mais e mais e chegou a dar trabalho abusando dos stage dives.

Foto: André Rocha

Foto: André Rocha

Foto: André Rocha

Foto: André Rocha

Foto: André Rocha


Frizzo estava destruindo tudo no baixo e também fazendo backing vocais, Saulo maltratava a bateria como se ela fosse Cunha, Dilma, Renan e Aécio (cada um uma peça do kit) e bruno impressionava na guitarra e alternando guturais e rasgados. Se aquela sucursal do inferno seria capaz de curar todas as doenças não sei, mas, pelo menos, curou o cansaço.

MORDDOR

Quando a MORDDOR começou a tocar, com som com fortes influências tolkienianas e, talvez até como consequência natural, de BLIND GUARDIAN, o público ainda se recuperava do atropelamento de caminhão que tinha sido o show da S.O.H, mas foram sendo atraídos novamente pelo som com técnica e virtuosismo da banda de casa (a banda também tem origem na cidade de Eusébio). Lincoln Silva, vocalista e guitarrista da banda e principal nome na organização do festival afirmou que o Eusébio Rock Day era um dos maiores festivais do Ceará, somando com ForCaos, somando com Rock Cordel. Estava certo. O festival firma seu nome junto a seus pares. "Beyond The Old Forest" foi um dos pontos altos de seu show, além da homenagem prestada aos seus inquestionáveis mestres, BLIND GUARDIAN, através da cover "Valhalla", que contou com a presença de Marcelo Falcão, da DARK SYDE. Virtuosismo, técnica, feeling a banda tem de sobra. Só o que falta é algo que os faça realmente inconfundíveis.

Foto: André Rocha

Foto: André Rocha


Até mesmo o timbre de voz de Lincoln é igual ao de Hansi Kürsch. O show terminaria com "Shade of The East", mas, com o avançado da hora, os anfitriões deram bom exemplo e fecharam o set com "War of Ages", apesar de alguns protestos ("aaah, não tocaram a melhor"). Ponto para a banda. Ponto para a organização. Ponto para o exemplo.

Foto: Helena Braga


DARK SYDE

Outro grande nome da cena cearense, a DARK SYDE trouxe ao palco o seu lançamento mais recente, o matador "The Apocalipse Bell part II: Legacy of Shadows" (resenha em breve) tocado na íntegra. O thrash com agressividade e velocidade mas também com melodia de faixas como "Legacy of Shadows", "Human Pest Control" e "Megashits on Microminds" inaugurou outra sessão de rodas violentas em meio ao público. Com a habitual presença de palco, tocando lá em cima como se estivesse em meio ao mosh lá embaixo, o guitarrista Tales Groo ainda avisou: "galera, isso aqui foi um chute no pau. Vamos tocar um heavy metal tradicional agora". E mandaram ver em "Escape From The Doom Desert". O festival de riffs continuou com "Domination Undergroud", a homenagem à várias outras bandas da cena da qual o próprio Tales faz parte desde 1985.

Foto: André Rocha

Foto: André Rocha

Foto: André Rocha


Ainda tocaram "Braindead" junto com Bruno Gabai, revivendo o INSANITY, cultuada banda pioneira. O show terminou com "Fragments of Time", com solo de baixo e Groo fazendo seu próprio stage dive, para então ser reconduzido ao palco pelo público. Músicas como "Born For War" e "Bubonic" fizeram falta, mas, o show foi realmente especial.

Foto: Victor Rasga

Foto: Victor Rasga

Foto: Victor Rasga


Foto: Gandhi Guimarães


ORÁCULO

A maratona de shows estava chegando ao fim. O público já era até mesmo diferente daqueles que acompanharam o seu início com a WARBIFF, ainda no meio da tarde. E muitos já tinham até mesmo ido embora porque naquela noite, em Fortaleza, também haveria um show de Black Metal com as cearenses MONGE e MALEFICARUM e a paranaense AMEN CORNER. O reduzido número de guerreiros que persistiram no Polo de Lazer do Eusébio ainda foram brindados com o New Wave of British Cearense Heavy Metal da ORÁCULO. Canções longas, solos longos de guitarra e até de baixo e bateria são características do som da banda, formada por Paulo Henrique, Franzé, Vicente, Sula e Robson Alves. São composições que qualquer pessoa que já tenha ouvido falar de uns caras lá da Inglaterra (que atendem pelo nome de IRON MAIDEN) tem obrigação de ouvir. "Secrets" uma das mais marcantes faz um dos guitarristas trocar seu instrumento por um piano. E até mesmo o vocalista/guitarrista Wolney Mendes, da BETRAYAL, que ali era só público, fez questão de, emocionado, subir ao palco e fazer sua participação. Além dele, o show também teve participação de Lincoln Silva em uma das músicas, e Daniel Camelo, guitarrista da STEELFOX, que também engrossou o caldo participando de uma outra canção. E apesar do horário, por não haver mais nenhuma outra banda à espera por sua vez no palco, a ORÁCULO não economizou no set list, incluindo canções como "Shadows", "Ilusions of Time", "Pandora", "Lord of The Seas", "Sounds of Life", "Disciples of Metal" e, obviamente, a faixa que dá nome a banda, "Oráculo", entre outras não listadas aqui.

                                     
Foto: André Rocha


Foto: André Rocha

Foto: André Rocha

  
Foto: André Rocha

Foto: André Rocha

Foto: André Rocha

Foto: André Rocha


O show recebeu adjetivos como "lindo" e até chegou a ser considerado o melhor do dia por alguns presentes. O som, realmente, foi, com certeza, o mais bem ajustado entre todas as bandas que se apresentaram, principalmente nos graves do baixo. Isso, no entanto, custou caro. A longa demora para dar início ao show e algumas paradas no meio tornaram a experiência, embora boa, ainda mais cansativa. Devido ao horário, aqueles que vieram de ônibus até tiveram que deixar o Polo antes do final do show. A ORÁCULO já tem vinte anos de estrada e tem muito o que ensinar, mas um show mais coeso poderia trazer mais reconhecimento (que é bastante merecido) à sua música.

O saldo final é que atestamos que o festival merece ter data reservada no calendário de todo headbanger de Fortaleza, Eusébio e região metropolitana, tanto pela qualidade de suas atrações quanto pela estrutura e organização. Como sempre há pontos a melhorar, um que deve ser citado (e certamente será revisto) para a já aguardada sétima edição é a quantidade de banheiros químicos disponibilizada, claramente insuficiente para o público que o festival recebeu (o caso é ainda mais notório quando prevemos que o público só tende a aumentar). É fato que estaremos presentes na sétima edição do Eusébio Rock Day em 2016.

Foto: André Rocha

Foto: André Rocha

Foto: André Rocha

Foto: Gandhi Guimarães

Equipe de Organização do Evento


A cena roqueira cearense ferve.

Confira abaixo o vídeo, lançado antes desta edição, contando a trajetória do festival em suas cinco edições anteriores.



Agradecimentos:

Lincoln Silva, pela atenção e credenciamento.

André Rocha, Gandhi Guimarães, Victor Rasga e Helena Braga, pelas imagens que ilustram esta matéria.

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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Mafalda Morfina: banda cearense conquista o interior de São Paulo

A banda cearense MAFALDA MORFINA (hoje radicada em São Paulo) participou no final de semana passado (até sábado, 08 de agosto) da quarta edição do Festival Planeta Rock, que aconteceu durante quatro noites na cidade de São José do Rio Preto, no interior de SP. Além dos cearenses, também apresentaram-se RAIMUNDOS, PITTY, CAMISA DE VÊNUS e BIKINI CAVADÃO, entre outras. Os também cearenses SÓBRIOS & ÉBRIOS também marcaram presença no festival de Rio Preto.



Formada por Luciana Lívia (v), Renato Manteiga (d), Thiago Arena (g) e Carla Keyse (b), a MAFALDA levou o segundo lugar na categoria composição no concurso promovido pela Fama Produções, produtora do evento. De 197 bandas inscritas, 30 bandas foram selecionadas pela curadoria do festival (15 na categoria composição). O primeiro lugar foi conquistado pelo metalcore da OUDN, da própria cidade.


"É muito importante pra gente este festival. É interessante estar mostrando a nova cena autoral"Sendo anunciada como banda de São Paulo pelo apresentador do evento, Luciana fez questão de corrigir: "Nós somos uma banda cearense. Temos dez anos de estrada e moramos há cinco anos na cidade de São Paulo. Foi muito perrengue, mas, de repente, a gente tá no Rio Preto". Com muita presença de palco e voz poderosa, a vocalista e seus colegas conquistaram o público (e a torcida) dos rio pretenses, sendo calorosamente aplaudidos.

Depois da premiação, Luciana foi convocada novamente ao palco por Bruno Golveia, do BIKINI CAVADÃO, para dividir com ele os microfones na canção "Carta aos Missionários", da UNS E OUTROS. O cantor já tinha participado da faixa "Poderosa Imperfeição" (de "Carrossel Estático", segundo disco da MAFALDA MORFINA) e devolveu a gentileza.

Confira abaixo fotos e vídeos da participação da MAFALDA MORFINA e de Luciana Lívia no Planeta Rock. Os vídeos são de Rita de Cássia Perussi Miranda e as fotos foram divulgadas pela produção do festival (Fama).





























Mafalda Morfina: Sonhos Contrários, Adeus
Vídeo: Rita de Cássia Perussi Miranda


Festival Planeta Rock: premiação (Categoria Composição)
Vídeo: Rita de Cássia Perussi Miranda


Biquini Cavadão c/ Luciana Lívia: Carta aos Missionários
Vídeo: Rita de Cássia Perussi Miranda

A MAFALDA MORFINA toca em Fortaleza neste final de semana, no Dragão do Mar, como banda de abertura da banda da baiana PITTY, que divulga "Sete Vidas", seu recente lançamento. Não é a primeira vez que a dobradinha acontece e os fãs das duas bandas contam os dias para revê-las no palco da Praça Verde. 

Luciana Lívia continua na cidade para prestar tributo a CÁSSIA ELLER no show promovido pelo site Brasileiríssimos. O tributo também homenageará CAZUZA, RAUL SEIXAS e CHARLIE BROWN JR. Maiores informações no endereço abaixo:



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terça-feira, 11 de agosto de 2015

18-08 Banda Rótulo no Armazém do Som



Show será dia 18 (terça-feira) de Agosto de 2015 às 20h no Sesc Iracema no programa Armazém do Som. Entrada Franca

Release do EP:

O EP trás uma mostra do lado reflexivo de amor e respeito ao ser humano, conteúdo que estará sempre presente em todo trabalho da banda. Em tempos onde a intolerância reina em ascendência é acertado o mini setlist pra este EP. A exemplo da faixa “Asilo” (demo), o título já remete ao assunto abordado, e “Desaparecidos” com a dor da perda na violência urbana. Assim temos um degust do que virá a seguir, em um álbum que será lançado no final de 2015, com uma identidade ainda sem definição, sem rótulo, mas com a leveza da “Imagem do Produto” e o peso da utopia de um “Novo mundo”.  
Em anexo estou enviando o release da banda e do CD e currículo artístico dos integrantes, a música Desaparecidos e  Asilo, fotos e cartaz do evento. Neste também segue o link das redes sociais onde você poderá ver alguns vídeos e músicas.

Palco MP3: http://palcomp3.com/rotulo/
You Tube: https://www.youtube.com/user/bandarotulo
Fan page: https://www.facebook.com/BandaRotulo


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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Lavage: Lançando clipe da música "O Médico e o Monstro"


Em fase de pré-produção de seu sexto álbum, a banda de punk rock Lavage (Fortaleza/CE) ainda arrumou tempo para gravar e divulgar o clipe da faixa “O Médico e o Monstro”, do álbum mais recente, intitulado “10” (2013).
Gravações ocorreram na Casa do Português na Av. João Pessoa

Confiram:


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https://www.facebook.com/pages/Banda-Lavage/270070023023059

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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Ex-JUDAS PRIEST e ICED EARTH, Tim "Ripper" Owens anuncia show em Fortaleza



SONATA ARCTICA, ENTOMBED, OBITUARY, IRON ANGEL, GRIM REAPER, NIGHTWISH, TARJA TURUNEN, BLIND GUARDIAN... Com tantas atrações internacionais e outros ainda a confirmar (que passaram ou devem passar em breve por Fortaleza), o ano de 2015 promete. A essa lista de nomes junta-se a voz de três bandas cultuadas por gerações de headbangers: JUDAS PRIEST, ICED EARTH e a banda de YNGWE MALMSTEEN. Não, essas três bandas não devem passar pela capital alencarina (pelo menos por enquanto), mas a Produções 4U vai trazer Tim "Ripper" Owens, que foi vocalista de todas elas, para um show em Fortaleza em 30 de outubro.

Eleito um dos 100 melhores vocalistas de heavy metal do mundo em votação da Billboard, o americano vem ao Ceará prometendo um set list recheado de clássicos de toda a sua carreira.


Foto: site oficial do artista

Timothy Owens, conhecido como Tim “The Ripper” Owens iniciou sua carreira em uma banda de tributo ao JUDAS PRIEST e foi o escolhido para substituir o lendário vocalista Rob Halford quando este deixou o JUDAS PRIEST. Sua voz tem timbres muito parecidos com o de Halford principalmente em tons agudos. Ele também canta com um timbre muito parecido com a eterna lenda do heavy metal Ronnie James DIO, fato que levou Tim a ser o vocalista principal do DIO DISCIPLES junto de alguns ex-membros da banda de DIO. Possui um alcance vocal extremamente poderoso, podendo alterar desde “falsetes” até mesmo para guturais.


Foto: site oficial do artista

Tim também trabalhou com o guitarrista sueco YNGWIE MALMSTEEN

e lançou um disco solo em 2009 intitulado de “Play my Game”, onde conta com a participação de diversos músicos renomados mundialmente. O fato de ter cantado em uma banda tributo ao Judas Priest e depois ser o vocalista da própria banda lendária, inspirou o enredo do filme Rock Star, estrelado por Mark Wahlberg e Jennifer Aniston. Como curiosidade, do filme também participam (como a banda fictícia Steel Dragon) Jeff Pilson (DOKKEN), Zakk Wylde (BLACK LABEL SOCIETY, ex-OZZY), Jason Bonham (UFO, BLACK COUNTRY COMMUNION e outras, filho de John Bonham, do LED ZEPPELIN) e Myles Kennedy (SLASH, ALTER BRIDGE).

Depois de gravar dois discos com o JUDAS, Jugulator em 1997 e Demolition em2001, Tim "Ripper" Owens passou a integrar o também cultuado ICED EARTH, banda com quem gravou The Glorious Burden (2004) e o primeira disco do Framing Armageddon. O incansável vocalista ainda lançou trabalhos em sua carreira solo, com o Charred Walls of the Damned, entre outras participações.

Maiores informações serão divulgadas em breve. Sem dúvidas será um show imperdível da 4U.

Charge: site oficial do artista

Confira "Painkiller" com Owens no JUDAS PRIEST



Confira Tim "Ripper" no Wacken com o ICED EARTH



Mais informações ou dúvidas:
https://www.facebook.com/producoes4U

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sábado, 1 de agosto de 2015

Brasileiríssimos: quatro tributos a grandes nomes do rock nacional na mesma noite


O rock nacional colocou nos corações e mentes dos brasileiros uma quantidade imensa de bandas e sucessos. Isto é fato. E alguns destes nomes ganharão uma homenagem especial no mês de agosto no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. É a Festa Tributo Brasileiríssimos, o primeiro evento do site Brasileiríssimos em Fortaleza.

No evento, que acontece na sexta, 21 de agosto, no Anfiteatro do Dragão, quatro destes ícones da música brasileira serão homenageados. A festa tributo (na verdade, quatro tributos) trará o melhor de de alguns ídolos que já nos deixaram, mas deixaram seu legado: CAZUZA, RAUL SEIXAS, CÁSSIA ELLER e CHARLIE BROWN JR.




Atrações:

- Valerio Cazuza (cover oficial CAZUZA no Brasil)

-Banda SALT (cover oficial RAUL SEIXAS no Ceará).

-Luh Lívia (Vocalista da Mafalda Morfina, interpretando músicas da CÁSSIA ELLER), com participação do guitarrista Mimi Rocha

-Sk85 (cover CHARLIE BROWN JR).

-Dj Thayze Lima, tocando o melhor da música brasileira (Brasileiríssimos).

Local: Anfiteatro do Centro Cultural Dragão do Mar

Cidade: Fortaleza-CE
Data: 21 de Agosto, sexta feira às 20hs.

Pontos de Vendas: Chilli Beans (Lojas: North Shopping, Shopping Benfica e Shopping Del Paseo) e Bilheteria do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. *A bilheteria funciona de terça a domingo, das 14h às 20h
1º Lote R$ 25 Meia e R$ 50,00 Inteira
Ingressos limitados, sujeitos à lotação. Garanta já o seu!

**COMUNICADO
Menores de idade devem preencher uma autorização com os dados corretamente e levá-la no dia do evento.
Link para baixar autorização: http://goo.gl/hK8HS9

Realização Astron Produções e Brasileiríssimos.

Página do evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/1667032770176492/

Conheça o site Brasileiríssimos:
http://brasileirissimos.xpg.uol.com.br/

Apoio: MV Studios, Quintal Rock Bar, Bolacha Mágica, Chilli Beans, Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura

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EusébioRockDay: Envoke



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Kiara Rocks: o retorno aos palcos, os fãs e os haters

Neste 02 de agosto acontece na capital paulista o tradicional festival SAMPA MUSIC FESTIVAL. Este ano, como atrações principais, o evento traz o FORFUN (em show de despedida), o GLORIA e a banda PEDRA LETÍCIA. Mais uma novidade é o retorno aos palcos do KIARA ROCKS. Conversamos com o vocalista Cadu Pelegrini sobre diversos assuntos, o retorno da banda, o novo CD, a apresentação no Rock In Rio 2013, a relação com fãs e haters e, claro, o show no SAMPA MUSIC FESTIVAL. Confira a conversa logo abaixo:




Daniel Tavares: Vocês fizeram a alegria de muitos fãs ao anunciar a volta. Como vai ser esse show no Sampa Music Festival? O que os fãs do KIARA ROCKS podem esperar?

CADU PELEGRINI: Estamos praticamente recomeçando do zero. Tratando tudo como novidade e a vontade de tocar tá explodindo. Tivemos a ajuda de fãs e amigos que sempre nos apoiaram, seja la quais foram as nossas decisões. Estamos em débito com eles e vamos pagar tudo com juros, rs.

Daniel Tavares: Vocês vem com uma nova formação. Se não me engano, apenas você, Cadu, continua na banda. É verdade? O que você pode nos contar dessa nova formação?

CADU PELEGRINI: Na verdade, o Bruninho (guitarrista) já fazia parte da ultima formação. E tivemos a volta do primeiro baterista da KIARA, digamos nosso Steven Adler, rs. Ele gravou o primeiro CD da banda e participou do inicio de tudo na banda. Portanto, na verdade, a única "novidade" na formação é o Raul que eu e Greg já conhecíamos há muitos anos quando a gente trabalhava vendendo instrumentos musicais na Teodoro Sampaio. A formação está sensacional. Os ensaios são divertidos e todos estão loucos pra tocar.



Daniel Tavares: E o projeto Storm Sons, como fica?

CADU PELEGRINI: StormSons é um projeto bem diferente da KIARA ROCKS. Tem uma temática mais densa e obscura e canto em inglês. Eu sempre tive outros projetos junto com a KIARA ROCKS.

É bem legal poder abordar outros temas em letras e tipo de som, afinações e etc... Aliás acabamos de lançar um clipe. a musica se chama “Hollow Man”.

Daniel Tavares: O nome da banda é bem incomum (se é que existe algum nome de banda de rock que seja comum). De onde vem esse nome? Além disso, você canta com um certo sotaque, como se fosse um gringo cantando em português. Isso é intencional? Você acha que isso atrai mais fãs ou haters?

CADU PELEGRINI: Quanto mais pessoas te admiram, ao mesmo tempo mais pessoas também te odeiam. Isso é normal. Não sei ao certo se meu jeito de cantar atrai haters. Haters é algo complicado de se discutir. Ao mesmo tempo que eles são chatos, são necessários, rs.

O nome KIARA ROCKS veio de um desejo de montar uma banda com nome próprio feminino. Sei la. Eu acho bonito. Depois de vários nomes, chegamos em um que todos gostaram. KIARA.

Fui pesquisar e descobri que pela pronúncia, não grafia, KIARA significava claro em italiano e escuro em japonês. Isso me fez gostar mais ainda do nome porque remetia muito sobre oque eu cantava e essa ambiguidade como claro/escuro, bem/mal e etc... sempre me chamou a atenção.

Quanto a meu jeito de cantar, realmente você sacou... não é proposital.

Mas eu realmente componho antes em inglês as musicas e depois passo para o português.

Talvez esse "jeito" de cantar fique mais evidente quando deixo claro minhas influencias quando componho e canto ao vivo.

Daniel Tavares: Vocês apareceram para o Brasil inteiro primeiro no Astros, mas o sucesso demorou um pouco mais para chegar. Não foram como uma Malta (só para citar um exemplo), que teve um sucesso estrondoso e caiu bastante. O sucesso veio mais tarde, com o Rock In Rio e muito trabalho duro. O que vocês acham hoje dos reality shows musicais como o Superstars (que perdeu muita credibilidade depois das gafes com playback), The Voice e o próprio Astros?

CADU PELEGRINI: Acho totalmente válido. O alcance que estes programas tem é muito grande, se você for lá e fazer oque realmente gosta, sendo de verdade. Mas se for pra interpretar personagem ou mudar o som e atitude da banda pra "TV" não concordo. É um tema muito abrangente. Difícil de debater assim. Quem não concorda ou não acha que vale a pena é só não participar... Uma coisa que não concordo é usar esses programas pra ditar as novas revelações do rock. Tem MUITAS bandas boas no Brasil, que você precisa apenas ir num show pra conhecer e se impressionar do que simplesmente ligar a TV e achar que só aquilo que é novo ou bom. Os programas se preocupam com a audiência enquanto ele está no ar. Depois... não sei se as bandas ou cantor interessam pra eles fora da temporada que ele está no ar... entenderam?

Daniel Tavares: O Rock In Rio também fez crescer o número de haters. E vocês sabem disso. Vocês
não foram a primeira banda hostilizada em um festival nem serão a última. Vocês abriram para ninguém menos que o SLAYER. Eu estive no show em São Paulo que também teve SLAYER e IRON MAIDEN e muita gente não via a hora do show do GHOST (primeira banda da noite) acabar. Apesar disso, os suecos são vistos como o que melhor apareceu no metal nos últimos anos. O Kiko Loureiro contou em uma palestra que assisti que quando o ANGRA abriu pro AC/DC ele só conseguia ver dedos do meio na plateia. E hoje o ANGRA é o que é o ANGRA. O BLACK VEIL BRIDES chegou a abandonar o palco no Monsters of Rock este ano, hostilizado e vaiado pelos fãs do MOTORHEAD. Mal sabiam todos que o próprio destino vingaria os fãs do BVB. Em 2011, o GLORIA (que vai dividir o palco com vocês no SMF) esteve também na boca dos haters. Por que você acha que existe tanta hostilidade no metal? Não deveríamos concentrar toda a nossa raiva contra esses estilos ditos universitários (forró, sertanejo, etc)?

CADU PELEGRINI: Meio difícil eu responder essa pergunta, porque não fomos hora alguma hostilizados. Não jogaram nada no palco, não rolaram dedos do meio... pelo contrario. Rolou um respeito que fiquei impressionado. Gritaram o nome da banda em coro logo após um silencio que tem no meio de uma de nossas musicas! Nos acompanharam nas palmas em musicas que nunca tinham escutado antes. Como eu disse: quanto mais em evidencia você estiver, mais gente te odiando também vai ter... Com a gente oque aconteceu foi o pós show. Aqueles que acabam de conhecer e que já possuem um certo preconceito pela banda ser nacional. Ou os que simplesmente não gostaram do show. Normal. Estranho seria uma banda que não possui haters.

Foda são os que querem prejudicar seu trabalho... complicado. Eu acho esse tipo de coisa que aconteceu com essas bandas uma falta de respeito muito grande e desnecessária. Mas acho que de acordo com a evolução isso deve diminuir. Espero... Fui no Download festival em Donington e presenciei um respeito muito grande em se tratando de diversidade de estilos num mesmo festival. desde hardcore tocando antes de screamo, stoners antes de thrash metal e todo mundo curtindo, respeitando e se não curtia a banda, simplesmente saía e ia atras de outro show ou sei la o que. Quanto aos outros estilos, eles nunca me incomodaram, porque quem curte rock são os que interessam não é mesmo? Se achar que esses estilos são concorrentes ou que estão tomando seu espaço, então tem coisa errada com seu público. Acho mesmo que é deveríamos usar de exemplo essa união que existe entre músicos e bandas desses estilos que tanto odiamos e fazer o mesmo com o rock e metal. Isso sim.

Daniel Tavares: Muito das críticas vem do número de covers que vocês apresentaram (4 em um total de 11 músicas) no RIR. Ao invés de todas essas covers (com músicas que já são hard rock ou metal), ou menos (uma vez que vocês já tinham convidado o PAUL DI'ANNO), vocês chegaram a cogitar tocar "Save A Prayer" (que já era boa, mas na interpretação de vocês ficou magistral e deveria ser mais conhecida)? Acham que a divisão entre fãs e haters teria outras proporções?

CADU PELEGRINI: Hater não procura proporções de cover/autoral pra odiar, rs. Se tocássemos só as nossas composições eles iriam achar algo pra odiar. Se tocássemos só covers eles também achariam algo pra odiar. Agradeço o elogio pela nossa versao de “Save a Prayer”. Mas quando PAUL DI ANNO aceito nosso convite, ele realmente já tinha aquelas musicas em mente. Fizemos apenas um ensaio. É tudo muito corrido e com tempo escasso. Ele não teria tempo de tirar versões ou mesmo que tivesse não sei se se empenharia...rs. É o PAUL DI ANNO cacete! rs. Claro que seria perfeito se ele cantasse nossas musicas. Isso seria muito foda. Mas, cantamos em português. Sacaram a limitação? impossível fazer ele cantar em português ou então a gente passar nossas musicas pro inglês... Pra termos ele participando do nosso show precisava ser aquelas musicas.



Daniel Tavares: No caso que já citei, do BLACK VEIL BRIDES, muita gente afirma que eles foram colocados na programação no dia errado (ou pelo menos no horário errado). Se tivessem tocado no domingo (dia do KISS, STEEL PANTHER, etc) talvez tivessem sido melhor recebidos. E você, se pudesse escolher, gostaria de ter tocado no domingo (dia do BON JOVI) ao invés do dia do SLAYER/MAIDEN?

CADU PELEGRINI: Eu não mudaria nada em relação a nossa participação no Rock in Rio. Com a gente nada vem fácil, rs. Claro que teríamos que Sair da zona de conforto e enfrentar o desafio de abrir pra banda mais pesada da noite. O convite veio do próprio Medina. Como dizer não pra um convite desses?? Era a oportunidade das nossas vidas e não tínhamos como escolher o dia...

Daniel Tavares: De volta para o futuro, vocês vão lançar dois singles no festival. E quando deve sair o novo CD? Vai mesmo ser só em inglês?

CADU PELEGRINI: No festival ainda não :/

Estamos trabalhando muito nas musicas novas e vamos e lançar junto com o clipe. O CD novo vem na sequencia. A proposta vem como digamos... uma volta as raízes. No caso, ao hard rock. A volta do primeiro batera ao line up ajudou nesse resgate ao estilo.

Daniel Tavares: Um dos fãs de vocês chama-se Wilker Girão. Ele mora em Fortaleza (onde eu também moro) e gostaria de saber se vocês tem vontade de fazer uma turnê pelo Nordeste (principalmente em Fortaleza), pois há alguns anos um show do KIARA foi confirmado, mas cancelado de última hora. Falando de turnês, quais os planos depois do Sampa Music Festival?

CADU PELEGRINI: Queremos muito tocar em Fortaleza. Ficamos bem tristes quando esse show foi cancelado, pois sabemos que temos bastante fãs no Nordeste. Alias, um abraço especial pro Wilker!!! Estamos trabalhando pra tornar esse show possível o quanto antes.As turnes já estão sendo agendadas e voltaremos aos lugares que gostamos e sempre fomos muito bem recebidos.

Não vemos a hora de voltar pro Paraná! Curitiba, sendo mais exato. Galera muito rocker lá.

Daniel Tavares: Há comentários inclusive de que o Matt Sorum teria cogitado levar você para o VELVET REVOLVER. Já vi alguma coisa sobre isso, mas nunca vi ninguém perguntando se você realmente queria ir para o VR, então, faço essa pergunta agora. E aí, você queria tocar no VELVET REVOLVER?

CADU PELEGRINI: Mas claro que queria! Tocar ao lado dos meus maiores ídolos de longa data. Quem recusaria??? O convite realmente aconteceu mas de uma maneira nada formal. Foi apenas uma ideia do Matt. Que também conversou e falou a respeito de mim com os outros integrantes do VR. Foi algo surreal e sensacional ao mesmo tempo. Só de ele ter cogitado a ideia foi...

Daniel Tavares: Das outras bandas do Sampa Music Festival, quais você mais curte, qual tem alguma influência sobre o som que você faz?

CADU PELEGRINI: GLORIA é bem maneiro. Não temos influencia de bandas nacionais no nosso som. Apenas curtimos e admiramos o trabalho de muitas. Eu gosto desse tipo de festival justamente pra conhecer bandas novas. Estou indo mais cedo justamente pra conferir as novidades. Sempre tem coisa boa.

Daniel Tavares: Deixe a sua mensagem para os fãs do KIARA ROCKS, principalmente para aqueles vão para o Sampa Music Festival.

CADU PELEGRINI: É muito bom estar de volta a estrada e aos palcos. Nossos fãs são os melhores. Nunca nos abandonam, seja qual for nossa decisão. Estamos MUITO ansiosos pra tocar no Sampa Music Festival. É uma ótima oportunidade pra rever nossos fãs e também mostrar nosso som pra quem ainda não conhece. Muito obrigado a organização do SPMF pelo convite! Não vamos decepcionar.

Daniel Tavares: E para os haters? O que diz?

CADU PELEGRINI: Apenas... Nos deem a chance de mostrar nosso som e atitude. Às vezes você pode acabar mudando de ideia.

Daniel Tavares: Obrigado pela entrevista. Bom show. Um abraço e sucesso.

CADU PELEGRINI: Eu que agradeço!!! Abraço.


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