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segunda-feira, 28 de março de 2016

Iron Maiden Em Fortaleza o que dizer....


Iron Maiden Em Fortaleza


"Iron Maiden Em Fortaleza" não consigo parar de repetir essa frase. Algo que parecia impossível aconteceu nossos ídolos conheceram nosso calor insuportável, nosso aeroporto desorganizado e nosso amor inestimável as suas musicas. Até agora não sei ao certo o público total, os números correm entre 23 à 26 mil pessoas e esse público também foi um show a parte.

Não via abanda The Raven Age, alguns me disseram que era boa, outros disseram que era ruim e outros disseram que o som não estava bom durante a apresentação. Sinceramente naquela quinta-feira eu saí de casa para ver Anthrax e Iron, nada mais.


Não sou o maior fã do Anthrax, apesar de ser um grande fã de thrash metal, conheço seus maiores sucesso e sua história. Um dos membros do Big 4 não passaria despercebido ainda mais ao vivo, algo que venho consolidando com o passar do tempo´se quer conhecer uma banda de verdade vá a um show! E eles não decepcionaram apesar dos 40 minutos de show mesclaram seus maiores sucesso com as músicas do último álbum com direito a uma palhinha de Sepultura. Não eram a estrela da noite, mas não passaram despercebidos. #Thrash!


Os mestres entraram no Palco no horário marcado ao som de "Doctor Doctor". Por alguns segundos não foi possível escutar nada além de gritos, anos de espera causam tamanha euforia. Vê-los de perto foi uma emoção que alguns não conseguiam segurar, não foi difícil achar marmanjos chorando. Fã é fã e acabou. Iniciaram com as 2 músicas que iniciam o novo álbum "If Eternity Should Fail" continuou num ritmo morgado já "Speed of Light" ficou bem melhor ao vivo. Nessa música Steve vai ao chão, mas nada sério, muitos dos fãs nem perceberam a queda. Dai pro fim tocaram clássicos e mais 4 músicas do novo álbum. Não vou aqui fazer minha lista de músicas que não poderiam ficar de fora, seriam preciso muitas páginas, mas Aces High não podia faltar. Acho eu que terei vê-los novamente :D.

Antes de tocar "The book of souls" Bruce faz um discurso explicando o teor da música, explica que a música fala de impérios e soberanos. Explica também que todo império tendem a crescer e um dia ruir. Ficou claro que ele, sutilmente, fez uma analogia ao caos politico que o Brasil passa nesse momento. A banda não fez nenhuma declaração sobre esse momento brasileiro, mas no palco Bruce sempre dá uma "espetada" no assunto.

No mas é a minha reclamação FOI POUCO. Um show de 3 horas cairia bem melhor, nem que tivesse intervalo, não interessa, mais Maiden em Fortaleza. Vamos aguardar que os resultados positivos dessa grande noite se tornem mais grandes shows em nossa cidade.

De fã pra fã UP The FUCKING IRON


Setlist The Raven Age

1.Uprising
2.Eye Among the Blind
3.The Death March
4.Salem’s Fate
5.Angel in Disgrace

Setlist Anthrax

1.Caught in a Mosh
2.Got the Time (Joe Jackson cover)
3.Antisocial (Trust cover)
4.Fight ‘Em ‘Til You Can’t
5.Evil Twin
6.Medusa
7.Breathing Lightning

Setlist – Iron Maiden em Fortaleza

Introdução – Doctor Doctor (UFO)
1. If eternity should fail
2. Speed of light
3. Children of the damned
4. Tears of a clown
5. The red and the black
6. The trooper
7. Powerslave
8. Death or glory
9. The book of souls
10. Hallowed be thy name
11. Fear of the dark
12. Iron Maiden
Bis
13. The number of the beast
14. Blood brothers
15. Wasted years





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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

1 assalto 3 bandas vítimas


Vivemos num cidade violenta, na verdade um país bem violento, mas em boa parte do nosso dia esquecemos disso. Sábado que passou era pra ter sido apenas mais um dia de muitos shows aqui em Fortaleza, mas não foi.

1 assalto e 3 bandas vítimas, na verdade 4 e se levarmos em consideração a banda cover que ira se apresentar no Coverama 5. O carro em que estavam os equipamentos da banda foi levado com tudo dentro e como todos sabem é muito comum no underground que um músico faça parte de várias bandas aumentando assim o efeito negativo do roubo.

O organizador do Coverama, Leo porto tem uma dica para inibir esse tipo de ação e uma solução pra tentarmos minimizar os efeitos desse ato, vejam abaixo:


Para mais informações entrem em contato com as bandas prejudicadas:

Lemori
Voris Vulgar
Síntese
Soulzen

No mais fica aqui o meu sentimento de pesar desse ato, mas também a certeza que isso será superado logo mais porque essa galera é batalhadora e não se dar por vencida. Estou a disposição das bandas.
Bola pra frente!

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domingo, 12 de abril de 2015

Lou Reed: um homem à frente de seu tempo

Por Leonardo M. Brauna  

Poucos nomes musicais no mundo foram capazes de influenciar artistas dos mais diversos segmentos dessa área. Contido nesse seleto grupo, uma banda de Nova York ocupa um lugar privilegiado – seu nome, Velvet Underground, formada inicialmente por John Cale (baixo), Sterling Morrison (guitarra), Angus MacLise (bateria) e Lou Reed (guitarra e vocal).



O Velvet Underground estava muito além de sua época e, isso não foi percebido pela indústria fonográfica, tanto que seu primeiro álbum Velvet Underground & Nico (1967) só saiu devido ao apoio do artista plástico Andy Warhol que decidiu investir na banda. A inclusão da cantora alemã Christa “Nico” Päffgen ao grupo se deve à influência de Warhol e assim que ele se distanciou, ela foi expulsa. Muitos acreditavam que Andy influenciava nas composições e na postura dos músicos quando, na verdade, ele apenas os financiava. O direcionamento já estava definido muito antes dessa parceria e os temas já estavam em sua maioria compostos, principalmente por Lou Reed.

Lou Reed foi um dos grandes responsáveis pelo experimentalismo no Rock, suas letras ácidas sempre falando em desigualdade social, conflitos ideológicos, ocultismo e narcóticos – em pleno Estados Unidos da década de 60 –, não ajudavam nada ao crescimento da banda, ligado à complexidade do som só podia ser esperado o fracasso das vendas, e assim o foi. O ‘debut’ vendeu 30 mil cópias, porém, para o espaço artístico, ele representa ainda hoje um marco para a cultura musical.  



Lewis Allan Reed nasceu no dia 02 de março de 1942 no Brooklin, Nova York. Vindo de família judia, não cultivou tal estereótipo, chegando ele mesmo afirmar: “Meu Deus é o Rock ‘n’ Roll. A parte mais importante da minha religião é a minha guitarra.” O seu interesse pelo Rock ‘n’ Roll partiu do Rhythm and Blues que ouvia ainda garoto nas rádios. Quando cursava o colegial se envolveu em várias bandas do estilo, sendo a primeira gravação em um grupo chamado The Jades. Ainda adolescente foi vítima da ignorância familiar e social que os levaram a um tratamento de choque, pois acreditavam que isso o curaria de sua bissexualidade. Tal fato é comentado na letra de Kill Your Sons do álbum Sally Can't Dance de 1974.



Para Reed a construção da arte sempre foi mais importante que o reconhecimento, nunca existiu pretensões em sua carreira, e essa postura também veio influenciar diversos artistas por gerações. Depois de sua saída do Velvet Underground em agosto de 1970, se retirou da carreira artística e foi trabalhar como datilógrafo na empresa do pai, mas em 1971 a RCA Records lhe ofereceu um contrato e, em Londres (ING), lançou o primeiro álbum solo, Lou Reed (1972). Entre os músicos que participaram do álbum, estavam Steve Howe e Rick Wackeman (ambos do Yes). Mas foi em novembro do mesmo ano que a carreira de Lou decolou através de Transformer – um dos produtores, David Bowie (que já havia assumido influências do Velvet nas próprias músicas), ficou maravilhado com o resultado e, logicamente, fez o álbum vingar comercialmente.





O seu quinto álbum de estúdio, Metal Machine Music (1975), por muitos, é considerado como um fracasso intencional, uma maneira encontrada para se desprender da RCA. Lançado como duplo, o trabalho dispõe em mais de uma hora de ruídos contínuos causados por vibrações das cordas de sua guitarra aproximadas ao alto-falante de seu amplificador. Nessa época houve correria às lojas para tentar devolução do LP. Apesar do não entendimento das pessoas, Metal Machine Music possui estrutura musical em diversas acelerações, contendo até trechos de música clássica. Em seu encarte, Lou diz ser o criador do Heavy Metal e, seu disco, é o produto final do gênero. Se sua intenção seria “zoar” com todos, o resultado foi a criação de novos estilos como a música industrial e outras ligações da arte musical contemporânea.



Em 1980 uma nova fase em sua vida começa ao lado da esposa Sylvia Morales, a estilista britânica serviu de inspiração para canções como, Think It Over do álbum Growing Up In Public (1980) e Heavenly Arms do álbum The Blue Mask (1982). O relacionamento durou por mais de dez anos antes do divórcio. Em 1993 o Velvet Underground se junta para uma turnê europeia, e só não tocou nos Estados Unidos devido a uma nova briga entre Lou e Cole. Três anos mais tarde estava a banda reunida para a celebração do “Rock and Roll Hall of Fame”. Em 2000 e 2001, Reed foi indicado também como artista solo, mas nunca foi empossado. No final da década de 1990, ele começou uma parceria com a artista Laurie Anderson que rendeu participações em trabalhos de ambos, finalmente casando-se em abril de 2008.





Admiradores da obra de Lou Reed, o Metallica convidou-o a fazer um álbum chamado Lulu. Seu lançamento foi em outubro de 2011e essa ideia surgiu após sua participação na apresentação do Metallica no show de 25 anos do Rock and Roll of Fame. O projeto foi inspirado nas peças do dramaturgo alemão Frank Wedekind, onde Reed desenvolveu as letras que ele recita em cima da instrumental criada pela banda. Em maio de 2013 ele foi submetido a um transplante de fígado, após a cirurgia até falou sobre estar forte e saudável, mas lamentavelmente cinco meses após o procedimento cirúrgico, veio a falecer por deficiência hepática em sua casa na cidade de Nova York, aos 71 anos.




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sexta-feira, 27 de março de 2015

A FILANTROPIA DENTRO DO METAL CEARENSE

Mas por que dentro do Metal cearense? Bom, antes de tudo, o blog como o próprio nome sugere, é destinado principalmente ao cenário cearense, também porque – se tratando deste estado – é um assunto que não releva apenas à particularidade de um indivíduo rockeiro ou headbanger, mas abrange muitos grupos componentes desse “cenário” (oh palavrinha que está se tornando chata!).

Existe uma predominância ideológica entre os adeptos do Heavy Metal no Ceará, que faz revelar uma cena mais ligada à música extrema, ou seja, simpatia maior por bandas que usam em suas letras temas misantrópicos que, em quase sua totalidade, são formadas por estilos que vão do Thrash Metal ao Black Metal. Não é preciso ser nenhum antropólogo para entender que misantropia é a amargura, aversão ou ódio que o ser humano sente pela própria humanidade, portanto, o oposto de filantropia.

Uma parcela considerável de headbangers não apoia a troca de ingressos por alimentos ou outras instâncias que possibilitem o conforto de terceiros através de tal permuta. O ato em si caracteriza filantropia, o que é bastante ofensivo à pessoa que tomou como ideologia as várias mensagens de encartes de bandas das quais ele é “fã”. Mas até onde vai a verdade por trás de cada mensagem? Enfim, as pessoas têm o direito de pensar da forma que lhes convêm, seja de forma radical ou mais flexível.

Evento beneficente com bandas de renome do Metal cearense.


Festivais com troca de alimentos por parte do ingresso sempre foram uma realidade em Fortaleza. Nos anos 90 em outra cidade, Maracanaú, era praticamente nula a possibilidade de haver um evento Metal sem que o “quilo de alimento” estivesse figurado nos ‘flies’ de divulgação. Com isso faço outras perguntas: por que só agora nos tempos de internet, o headbanger resolveu raciocinar que “filantropia” e “Death Metal” não combinam? De certa forma, quem apregoa o fim da humanidade tem lá os seus motivos, motivos tais que o faz levar ao pé da letra tudo que se lê em um encarte de CD – consequentemente, aprofundamento em estudos misantrópicos fazem moldar ainda mais muitas personalidades, mas por que será que isso não foi entendido há 25 anos? Ou será que há 25 anos os bangers eram mais “atitude” do que “raciocínio”, portanto não perderiam tempo com tamanha bobagem, ou mesmo mais inocentes e não tinham idéia do erro “óbivio” que estavam cometento?

Show de um dos maiores ícones do Death Metal onde é solicitado 1kg de alimento acompanhado de um dos valores do ingresso.



Caro leitor, faça o que você acha correto, o importante é ser você. Não compactua? Ok, não vá a shows que querem ajudar a quem supostamente precisa. Se achares que uma contribuição como parte de sua entrada para ver o show esperado, não irá interferir nos seus propósitos, parabéns, você também está sendo autêntico. Vá pela sua lógica, ninguém mais pode se prejudicar ou se beneficiar com isso.

Por Leonardo M. Brauna

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terça-feira, 7 de outubro de 2014

BRock: Os 10 melhores álbuns dos anos 80


Vamos valorizar nossa cena? Essa matéria que eu li a pouco e agora compartilho com vocês é mais focado numa lista de bandas mais "Mainstream". Na verdade nessa altura dos anos 80 já tínhamos diversas bandas de heavy metal, mas se o underground de hoje é difícil imagina nos anos 80.
Enfim, vejam a matéria e comentem se concordam ou não.

Uma das principais características das bandas de rock no Brasil, durante os anos 80, foram suas diversas facetas: alguns se inspiravam no punk inglês, alguns se inspiravam no corrente do reggae, outros utilizavam do bom humor para criar suas composições.
Esta matéria tem como função listar as 10 melhores discos dessa época, que é considerada a "era de ouro" do rock nacional. Confira:

Fonte: http://whiplash.net/materias/melhores/211494-ira.html#ixzz3FTRWSKzt

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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Opinião: O campeonato também vai ser de shows internacionais


Jornal Destak fala sobre a maratona de shows que disputaram espaços nos estádios junto aos campeonatos nacionais. Já tem mega shows marcados e alguns por vir, quem pode nos responder, Who?

fonte:
http://www.destakjornal.com.br/noticias/diversao-arte/o-campeonato-tambem-vai-ser-de-shows-internacionais-244789/

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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

OPINIÃO: Em Fortaleza Speed/Thrash/Death não são "retrô"


A capital cearense durante anos vem trilhando dentro de sua cena underground, caminhos que levam ao público nacional uma gama de representações relevantes provenientes do Heavy Metal. O cenário nos anos oitenta e noventa sofreu grande influência do Thrash Metal da ‘Bay Area’ de San Francisco (EUA), da New Wave Of Britsh Heavy Metal (logicamente da Inglaterra) e principalmente, do Metal feito na Alemanha. Aqui no Brasil, foram importantes para sua construção, os movimentos de Belo Horizonte (MG) no acompanhamento de bandas como Sepultura, Mutilator e Sarcófago e também dos “mitos” de São Paulo (SP) através das bandas que compunham o projeto SP Metal, dentre outras – mencionando também trabalhos de bandas do Rio de Janeiro (RJ) como, Dorsal Atlântica e Taurus. O tempo foi passando e a herança foi se valorizando na terra de José de Alencar. Muitos daqueles ídolos descansaram durante décadas resurgindo apenas na entrada dos anos “2000”, o chamado Retrô da Cena Thrash. As bandas de Fortaleza então, mesmo sem apoio de grandes selos sempre se mantiveram fiéis à sua herança e, mesmo reclusas ao seu território (algumas foram bem mais longe), conseguiram durante todo esse tempo renovar a sua cultura no Metal. Hoje, não é mais novidade para o Brasil que não só a capital, mas todo o Ceará é referência em estilos extremos do Metal, isso porque enquanto muitos hibernavam fora de suas linhas, lá dentro tudo se intensificava, e essa substância que corre nas veias desses nordestinos cada vez mais encontra novos dutos. Conquistar o atributo de referência em música extrema de uma nação jamais foi algo planejado por esses guerreiros, mas consequência da dedicação pelo que faz. Por que não se orgulhar?

Fotos: Facebook.


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quarta-feira, 12 de março de 2014

Opinião: Guns o divisor de águas?




Bem na minha opinião não. Na minha cabeça isso ocorreu a alguns anos atrás. Pra mim "o divisor de águas" foi a vinda do Helloween numa época de bem menos show. É claro que a cena não mudou do dia pra noite, mas desde esse dia, mesmo com alguns tropeços no decorrer, é crescente a vinda de bandas para cá e ao que parece ainda vai florescer mais.

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Eu sou o tipo do cara com auto-estima elevada, sendo assim sempre olho os acontecimentos da perspectiva positiva (ou seja não sou EMO kkkk). 
Com isso em mente tente entender o que vou falar a seguir.

Só o que eu vejo são reclamações no facebook, todo mundo falando mal do Guns, SIM do Guns. Alguns chamam de "Axl e os caras que tocam com ele" outros que nunca curtiram na vida, entre outras coisas. O que muitos não veem e que simplesmente estão trazendo uma atração internacional para nossa cidade. Lembrem-se que boa parte do que escutamos não é produzido aqui :(. 
E sim Axl Rose ainda canta bem e ainda faz reboliço por onde passa.

Particularmente gosto e vou e nem pense de me chamar de poser. Beleza que a banda praticamente se desfez, como muitas outras, e é verdade que o fãs não apoiaram a nova formação. Só que o que vejo é que os produtores ainda não confiam na assiduidade dos roqueiros de Fortaleza, melhor, dos Cearenses. Pra mim isso é claro, estão testando nossa cidade, estão investindo em algo 'certo'. 
Então por que Guns?
Simples, pela popularidade, porque nunca veio para Fortaleza (nem para o Nordeste). Eu sei que a escolha dos produtores poderia ter sido outra dentre tantas bandas, mas não foi.

E ai eu pergunto: porque não apoiar?

Porque não gosta, beleza., mas e se minha teoria for certa e isso for um teste. E se por conta de um show bem sucedido do Guns aqui em Fortaleza os produtores resolvam investir mais alto e ano que vem trouxerem o Iron Maiden? E ai? Você ainda odiará o Guns e o Axl? tem certeza?

Não estou tentando conquistar novos Fãs para a banda penso da seguinte maneira: Minha mãe certamente nunca escutou na vida dela "Piece by piece - Slayer", mas certamente conhece "Sweet child of mine". Bem se esse show, além de ser o que é, for realmente um teste para shows maiores e mais investimento aqui em nossa cidade espero que saia muito melhor do que o planejado. Se você não gosta da banda. beleza, mas torça pelo sucesso porque um show desses pode abrir porta para muito mais.

Só lembrando que o primeiro lote do Frontstage esgotou em 2 horas.....




quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Rock in Rio das lamentações!

Rock In Rio, a cada edição, a mesma reclamação!




Toda vida os mesmos argumentos, não é rock! O que é que tem a ver Ivete Sangalo e bla, bla bla.
É claro que todo mundo tem o direito de reclamar e falar o que quiser, essa é a graça da liberdade de expressão, mas essas reclamações deixam claro que as pessoas ainda não entenderam o real objetivo do Rock In Rio, e ao que me parece nunca entenderam......

Primeiro de tudo é que a palavra Rock levada ao pé da letra significa Rocha/Pedra não um estilo musical, seu significado figurativo, é Agito, e sim, também é utilizada para definir um estilo musical, ao qual me agrada muito :P
Ou seja, qual dos significados abaixo melhor se encaixa ao festival Rock In Rio:

a)Roque no Rio

b)Rocha no Rio

c)Agito no Rio


Olhem essa imagem ai da programação de 85. Bem que o Erasmo Carlos era um cara barra pesada, mas Elba Ramalho, Pepeu, Gilberto Gil? Nada contra nenhum desses artistas, mas desde o inicio a proposta era e é até hoje a mistura. Causar um "Agito".

Não quero aqui ser o "certo", o dono da razão, mas ao que parece esse puta festival, que teve que ser consolidado fora do seu país de origem e acredito eu por esses mesmo comentários que perduram até hoje, para poder retornar a sua casa com pompa.

Desagrada mais do que agrada aos roqueiros como isso é possível!?

Parece que o fato dele proporcionar shows excelentes tanto aos adeptos do rock quando aos adeptos de outros estilos como o pop, que neste caso é tão beneficiado quanto, deixa os roqueiros infelizes.
Quando vejo as reclamações parece que por conta dos fãs da Beyonce serem tão privilegiados quando os fãs do Iron, isso implica na infelicidade dos últimos aqui listados.
Não consigo entender, primeiro você não será obrigado de forma nenhuma a ir todos os dias ou ter de comprar um dia de pop pra ser beneficiado a um de rock, sendo assim não sofrerá prejuízos financeiro. Segundo, não terá que ocupar o mesmo espaço, já que o Iron tem seu dia a Beyonce o seu, ou seja, seu ego não será ferido. E digo mais tantas bandas boas do seu estilo numa puta estrutura falo aqui de Iron, Slayer, Metallica e você tá incomodado porque a dois dias atrás alguém cantou arerê ali? Why, dear god, why?

Tudo isso não passa de preconceito, eu sei essa palavra ta na moda. A galera do underground acha que o rock vai sobressair a tudo no páis do funk, do axé, carnaval. Shiiiiii. No Brasil tem roqueiro/metaleiro/headbanger pra dar e vender, mas todos separados pelas distância de um país de proporções continentais. É dificil conseguir reunir todos num lugar só, não só dificil como caro. O que mais impede todos os adeptos do metal de estarem no Rock In Rio, incluindo eu, são passagens e hospedagem. Já que não julgo a entrada cara no jogo de custo beneficio.

Resumindo é um puta festival, pra todos os gostos! Bem, não lembro de ter ouvido de nenhum grande nome do reggae, funk ou samba. Mas é um festival prontamento voltado ao Pop e ao Rock, pesado e não tão pesado e uma das únicas oportunidades de ver nomes tão grandes reunidos, pelo menos da esfera Brasil. Não importa se a Ivete dê uma pirueta e a Beyonce desceu até o chão. Porque na hora que Bruce Dickinson gritar: "Scream for me Rock In Rio". Nada mais importará, nada......


Um singelo desabafo de quem não poderá presenciar esse grande dia.

Programação Completa











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