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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

ELO PERDIDO DO METAL: Uma insólita História Headbanger


Para aqueles que acham que a literatura headbanger se resume a biografias de bandas e músicos 2015 esta trazendo a luz muitas outras vertentes. Esse promete adicionar ficção na realidade regada a muito metal. Vejam abaixo:

O ELO PERDIDO DO METAL é uma história baseada entre a ficção e a realidade, na qual retrata uma experiência incomum de um jovem paraense local (Pedro) que toma contato com o Heavy Metal no final dos anos 70.
O livro descreve a saga deste bravo personagem que, por um acaso do destino, é despertado por uma força desconhecida e impulsionado a migrar de sua terra natal para viver em uma grande metrópole durante os anos 80.
Neste ambiente urbano atípico, Pedro participa e descreve uma parte da evolução do cenário metálico brasileiro, envolvendo bandas importantes dos mais variados estilos dentro deste gênero musical, sob interferência dos reflexos políticos e econômicos caóticos vigentes em nossa nação.
O ELO PERDIDO DO METAL é um livro que traduz os anseios e dificuldades de toda uma geração de headbangers no Brasil durante os anos 80, exprimindo otimismo, foco e superação.
O Autor:
Wellington Damázio é geólogo, nascido em Vinhedo-SP em 1973.
Começou a gostar de Rock´n´Roll e Heavy Metal em 1983 através da influência de amigos de escola.
Viveu todo o resto da década de 80 acompanhando o desenvolvimento do cenário metálico nacional e internacional, sempre acreditando em sua evolução integral e de que um dia, o metal nacional estivesse no mesmo nível de qualquer outro país do mundo.
Tocou guitarra em diversas bandas de rock/metal.
Em 1993 entrou para o curso de Geologia da Unesp de Rio Claro-SP, graduando-se em 1998 e tornando-se mestre em 2002 pela mesma instituição.
Desde então, trabalhou em diversos estados brasileiros e hoje encontra-se envolvido em projetos musicais e desenvolvimento de idéias para próximos livros.

Como comprar:
Após o dia 26/09, o livro também poderá ser comprado diretamente com o autor através do email: vinniedamaxx@gmail.com
No e-mail você deverá solicitar a compra do número de exemplares de seu interesse com o número do CEP para envio dos Correios. Logo em seguida será passado a você os dados bancários para depósito ou transferência mais o valor do frete. Assim que comprovado o depósito, o livro será enviado pelos Correios.

Pagina do facebook
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sábado, 10 de janeiro de 2015

Angra: Kiko Loureiro relembrando o tempo de Dominó

Kiko Loureiro (ANGRA), um dos guitarristas mais talentosos do Brasil, já teve uma breve passagem pela boy-band DOMINÓ. Kiko, Fábio Ribeiro (ex-tecladista do Shaman), o Marco Antunes (primeiro baterista do ANGRA) e o baixista Richard Furck faziam parte da banda de apoio dos quatro rapazes que apenas cantavam sob os holofotes.

Esta semana, o guitarrista postou em seu perfil no Facebook uma foto em que recorda os tempos de DOMINÓ. Na foto estão ele, Marcos Antunes, Afonso Nigro (um dos rapazes que oficialmente fazia parte da boy band), Richard Furck e Fabio Ribeiro. "Esse sou eu lá pra trás na época que ter franjinha dava resultados com as meninas : ) Imagine só!" disse ele. "Quero ver qual o comentário mais gracioso sairá...", completou.



No texto abaixo, com trechos de uma pequena entrevista com o guitarrista e de uma palestra que ele ministrou no CDL Jovem de Fortaleza, Kiko Loureiro conta como ele e Marco Antunes tiraram a carteira de músico da OMB para poder fazer parte da banda de apoio da boy band.

Ele também contou como conseguiu a carteirinha de músico da OMB (requisito para integrar a banda de apoio do grupo vocal DOMINÓ, que fez sucesso nos anos 80). Teve que vestir um terno para tirar a fotografia, mas ao chegar no local onde haveria a audição, a senhora que o atendeu exigiu-lhe que tocasse apenas o primeiro acorde de uma música na guitarra. Seu colega baterista do DOMINÓ foi atendido pela mesma senhora e, na falta de uma bateria na sala, ouviu: "pois batuque alguma coisa aí na mesa que está bom".

Fonte: Kiko Loureiro: como ser um grande guitarrista, vendedor, etc http://whiplash.net/materias/entrevistas/203559-kikoloureiro.html

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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Far From Alaska: Eleito melhor lançamento nacional pelo site TMDQA

A banda é Far From Alaska, mas é bem pertinho aqui de Fortaleza. Foram eleitos pelo site Tenho Mais Discos Que Amigos como o melhor lançamento do Nacional do ano de 2014.

Vejam o que o site fala sobre o lançamento:

A banda potiguar Far From Alaska vem quebrando barreiras gigantescas desde que começou a carreira no Rio Grande do Norte. 
Em 2014 veio o primeiro disco cheio, modeHuman, e uma aula de como mesclar influências em tempos onde tanta gente não as absorve e processa, mas apenas as reproduz. 
Do post-hardcore ao hard rock, do pop ao punk, do sludge ao hardcore e com uma sonoridade bastante particular, o Far From Alaska tornou-se o nome mais importante do underground brasileiro com riffs matadores e apresentações ao vivo marcantes. 
Em 2015 a banda irá se apresentar no Lollapalooza Brasil e não é à toa, já que modeHuman, do Far From Alaska, é o melhor disco nacional de 2014.

Confiram a lista completa dos 50 lançamentos
http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2014/12/11/os-50-melhores-discos-nacionais-de-2014/6/

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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Agony: entrevista com o vocalista Jerônimo Pires

Jerônimo Pires traz consigo a palavra ‘dedicação’ como referência a uma de suas qualidades. Vocalista de uma das bandas mais antigas de Thrash Metal de nossa capital, Fortaleza, também faz trabalhos de informação ao cenário underground enquanto música –, mas os trabalhos com a AGONY e sua veia jornalística parecem não satisfazer o seu desejo pela qualidade à cena local, pois também segue em frente com outro projeto e, talvez, o que esteja mais lhe agradando atualmente, chamado ‘Black Massess'. Com a palavra, o ‘Workaholic’ do Metal cearense:

Carla Silvino

  
Rock – CE: Dezoito anos na estrada é um tempo bom para o amadurecimento de um cenário como o de Fortaleza. Como vive o seu orgulho sabendo que você faz parte da história desse crescimento?

Jerônimo Pires: Tenho orgulho de ver o crescimento do cenário musical Heavy em nossa cidade, temos hoje muitas bandas relativamente novas que fazem um trabalho soberbo em níveis de profissionalismo e organização. Apesar de a AGONY ter iniciado em 1996, houve uma pausa entre 2001 e 2006 aproximadamente, que foi quando fiz uma banda de Hard n' Heavy chamada METAL MESSIAH, mas em relação à AGONY a mesma apesar de tudo, sempre se tratou de uma banda descompromissada no que tange organização, tivemos momentos relevantes, mas nunca conseguimos ser consistentes no cenário. Porém tenho orgulho de estar ao lado de caras que considero irmãos por tanto tempo fazendo o que gostamos e de forma despojada e sem pressão, acredito que este é o grande espírito envolvido neste trabalho.

Rock – CE: Esse período que compreende 1996 era uma fase emergente para o Metal de Fortaleza que começou em 1994, praticamente. Foi quando começaram a surgir grandes eventos com nomes nacionais na capital cearense. Logicamente a banda fez muitas apresentações, quais foram as que tiveram mais destaque?

Jerônimo: Sem dúvida neste período houve um verdadeiro "Big Bang" em nossa cidade, foi quando tivemos uma eclosão absurda de bandas novas, novos espaços e bandas de fora tocando com uma boa periodicidade, me recordo que logo neste início, precisamente em 1997, fomos convidados para abrir o show das bandas TERRORZONE de Natal (RN) e MEGAHERTZ (PI), e particularmente eu achava esta turma os mestres do Thrash no Nordeste ao lado do AVALON (PI), inclusive eu possuía o split deles lançado pela Cogumelo Records em 89, gravado por estas duas últimas bandas oriundas de Teresina. Neste Período os shows eram logicamente desprovidos de recursos mais elaborados como iluminação, camarim, estrutura de palco como vemos um pouco melhor hoje em dia, mas destaco um marco importante para a banda que foi a sua participação no 1° Forcaos realizado em 1998 no Centro Cultural Dragão do Mar e também o lançamento do CD "Overcasting" da OBSKURE realizado em um ponto que se tornaria na época, um dos mais freqüentados pelos Bangers da cidade, no caso, o saudoso Casarão Cultural, que se localizava no centro. Claro que, dentre os shows que já tocamos eu destacaria os eventos em que fomos "Open Act" para algumas grandes bandas nacionais além das citadas anteriormente, como os com o: KORZUS, VIPER, ANDRALLS, HANGAR e, recentemente, as internacionais: ENFORCER e SKULL FIST.

Carla Silvino


Rock – CE: Ainda existe algum exemplar do primeiro registro, Breaking The Silence (1999)? Aonde foram gravadas as suas quatro faixas?

Jerônimo: Olha, honestamente eu não possuo este trabalho que apesar de ter seu valor e relevância no sentido documental, não me agrada musicalmente e esteticamente. Tudo era novo para mim, pois eu tinha findado uma banda de Heavy Metal a qual me agradava muito e de repente me encontrava sendo convidado para um trabalho "Thrash", a minha "vibe" sempre foi mais "Heavy" mesmo e, a princípio, eu recusei, pois não tinha interesse... mas como os caras eram e são ainda muito meus amigos – resolvi topar o esquema apesar de  meu estilo de cantar enveredasse na onda do "Thrash" de bandas como ANTHRAX, VIOLENCE, FORBIDDEN, OVERKILL que possuem vocais mais "clean" e agudos, percebia uma certa rejeição por parte de alguns bangers que curtiam mais o Thrash com vocais guturais, com mais drives e tal, embora eu nunca tenha me "rendido" às reclamações, continuei fazendo ao meu modo, o que julgo um diferencial. Mas voltemos à gravação, era muito cômica a situação, pois o "produtor", se é que podíamos chamar assim, nunca tinha trabalhado com bandas do estilo, ele fazia uma coisa e depois dizia que tinha se esquecido de como fez, fala sério hein? Eu queria fazer duas vozes em umas partes, só que não tinha a menor noção de como fazer, sem contar que estávamos perdidos musicalmente, pois cada um tinha um estilo para colocar no trabalho... resumindo, realmente a única faixa aproveitável para mim é a que até hoje tocamos chamada, "The Maniac" que teve sua continuação no trampo gravado em 2011 na faixa "Dead Man In A Dead World" onde o destino do algoz criado no início da banda é selado para sempre, porém nunca tinha revelado isso... nem para os caras da banda (risos), as outras faixas teriam que ter uma roupagem bem diferente do que tentamos fazer naquele período. Para finalizar este tópico fica a dica para as novas bandas: nunca façam trabalhos com produtores que nada conhecem sobre música pesada... Keep Out!

Rock – CE: Em 1999 a banda passou por um momento muito difícil que foi a morte do baterista Roudinele Prado. Ele chegou a compor material para a demo A Second Sign (2000)?

Jerônimo: Verdade, foi uma situação muito difícil mesmo, pensamos seriamente em terminar com a banda, mas neste período estávamos muito ligados ao pessoal da ACR (Associação Cultural do Rock) – tinha o Amaudson (N.R.: Ximenes, presidente da ACR e guitarrista do Obskure), o Ricardo, o Mario Vigia, o Ivo que é um grande irmão e algumas meninas que andavam conosco que nos deram muita força e incentivo, enfim, resolvemos continuar, mas não foi fácil, tínhamos feito um show na semana anterior ao ocorrido e o "Loiro" (Como chamávamos o Roudinele), alegou não suportar mais tocar por não estar se sentindo bem, tinha alegado estar com uma virose e evidentemente que concordamos e terminamos a apresentação sem executar todo o set... uma semana depois veio a notícia que o cara tinha falecido vitimado por meningite em um estágio que não dava mais para tratar. Muito lamentável pois ele tinha evoluído muito musicalmente desde que começou a tocar conosco, o show que fizemos no Dragão do Mar em 98 era a estréia dele na banda e dava pra perceber que o cara não tava seguro, porém se compararmos o desempenho dele neste que foi o seu último, foi notório seu desenvolvimento nas baquetas e isso certamente era reflexo de se fazer o que se gosta e gostar do que se estar fazendo, sem contar que o cara era uma pessoa formidável, não me restam dúvidas que ele ainda estaria conosco se não fosse por esta trágica fatalidade.

Rock – CE: Como surgiu o convite da entrada da banda para a coletânea Rock Soldiers Vol. 5?

Jerônimo: Neste período nossas redes sociais eram os correios e através de uma carta o idealizador do projeto: Marivan Ugoski fez o convite para participarmos desta empreitada. Foi um canal mais amplo de divulgação que tivemos, e em princípio não tínhamos referências sobre o significado de participar de coletâneas, particularmente gostaria de ter participado de mais algumas e também mais focadas no estilo em questão. Não tive muito retorno e as resenhas que vi em revistas foram muito superficiais, só vi uma em um blog que não me recordo mais, que inclusive foi o Mailson (SKIN RISK) que me mostrou e nesta o cara colocou o nosso trabalho "lá em cima", cotando como o melhor apresentado nesta edição. Das bandas lá presentes acho que as que mais curti foi o som Thrash do DOYKOD da Bahia e a banda Death CLAWN que acredito que sejam as únicas também na ativa.

Felipe Maia


Rock – CE: Depois disso a banda só veio registrar em 2011 com o lançamento de outra demo, Thrashers United. O título parece sugerir um apelo e a capa reforça esse pensamento. Pode comentar sobre essa composição?

Jerônimo: O título fala por si, a idéia andava martelando a minha cabeça e pensava também em como seria a concepção da capa, a qual tinha que transmitir algo inerente ao título. Pensei no início em um brasão lembrando a capa do "Blazon Stone" do RUNNING WILD, mas se eu fizesse isto estaria incorrendo ao erro do passado em aproximar o som da banda para algo mais "Heavy", o momento aqui é o que queríamos e deveríamos ter feito, ou seja, ser Thrash/Speed, então certo dia saí com alguns amigos e a Cecília, amiga de longas datas estava conosco e ela tem uma espécie de mural de logos de bandas de nosso cenário tatuados em suas costas, inclusive o nosso, foi aí que tive o "insight" para esta criação, uma curiosidade é que os backing vocals lembram um pouco a faixa "Thrash Metal" da banda NECROMORTEN, um fato curioso do qual faço questão de enfatizar como reforço em celebrar a união das bandas de nosso cenário que é o propósito e essência desta música e deste trabalho. A gravação ficou bem crua, pois foi basicamente gravada ao vivo, exceto os solos e a voz que foram posteriormente sobrepostos. A sonoridade apresentada neste trabalho traduziu o que sempre queríamos fazer e me deixou bastante satisfeito à exceção da afinação que neste trabalho ainda permaneceu em "Mi' e em nosso novo norteamento agora será meio tom abaixo em "Mi Bemol", fato que só entramos em consenso após a gravação.

Rock – CE: O elenco da banda mudou desde a gravação de Thrashers United?

Jerônimo: Apenas o baixista foi substituído. Na gravação estávamos com o Léo (ex-AGRESSIVE) no baixo e hoje estamos com o meu amigo e irmão Milson Feitosa que também toca comigo em um trabalho cover do MERCYFUL FATE além de recentemente ser efetivado nas quatro cordas da excelente banda Hard n' Heavy, FIRELINE do meu nobre amigo André "Guitar Master" Rodger.



Rock – CE: Projetos seus de diversas áreas da música como, esta banda tributo e também da comunicação, têm levado a AGONY a reduzir suas apresentações. Como está a difícil tarefa de priorizar a agenda?

Jerônimo: Carlos Vândalo escreveu certa vez: “Fazem necessário que não tenhamos nenhuma paz, porque a alma descansada não brilha jamais." é realmente isto que penso e vivo. Não me consigo ver parado ou sem estar focado em trabalhos que me dão prazer e rentabilidade (pena que no Metal este último substantivo não se enquadre), mas sempre estou com novas idéias, estudando, me renovando e me aprimorando. A BLACK MASSESS é um trabalho muito prazeroso e tentamos ser precursores no país como cover do Mercyful Fate, sempre estamos trazendo algo que enriqueça nossas apresentações, sou particularmente muito fã da obra de King Diamond como um todo, então as caracterizações, performances, apetrechos de palco... tudo é feito com muito cuidado e atenção aos detalhes. Já o trabalho na página ‘Blitz Metal’ que se iniciou como uma ‘Web Rádio’ e hoje está essencialmente no campo da informação, também me traz resultados prazerosos, pois vejo que as pessoas são carentes de informações consistentes, e o Metal precisa ter esta abordagem séria que vejo sendo feito pelo Clinger Carlos lá de Minas, que tem o programa ‘Heavy Metal On Line’ – tem também o Alex Chagas do selo ‘Black Legion Prod’, que sempre está fazendo algo consistente e pertinente para o fortalecimento do cenário Metal nacional. Um fator que muitas vezes me impossibilita de estar fazendo algo mais é o tempo que fica estrangulado, então as postagens em momentos diminuem, mas tento manter uma periodicidade para deixar o pessoal informado sobre novidades – tem as resenhas maravilhosas do Anderson Frota que colabora na pagina de forma muito rica e contundente. Acredito que muitas vezes as pessoas devem pensar: “este cara não tem o que fazer e passa o dia postando as fotos da Lady Evil, que é a Cleusa Ribeiro, uma amiga de Florianópolis e uma grande banger, dando bom dia, boa tarde e boa noite empunhando um grande clássico Heavy em suas mãos?” (risos), mas o que não sabem é que muitas delas são programadas numa noite de sábado ou em um domingo à tarde (risos). Mas enfim, a gente luta com as armas e recursos que temos à disposição, mas realmente o tempo é um inimigo que na maioria das vezes me faz ter que saber o que priorizar e o que colocar em segundo plano.

Daiana Carla


Rock – CE: O que você está achando da atenção que o Metal cearense está tendo na mídia especializada nacional? Cada vez mais grupos da capital, Fortaleza e fora dela, estão provando de reconhecimento por seus valores.

Jerônimo: Eu encaro isto com muita alegria, pois como disse anteriormente, o trabalho que o pessoal está fazendo aqui está ficando cada dia mais profissional e sem dúvida este reconhecimento e atenção que estão despertando na mídia é o reflexo disto. É o princípio da causa e efeito. As bandas estão fazendo um grande diferencial e existe um ótimo suporte feito por parte de competentes profissionais do ramo audiovisual que estão produzindo vídeo clipes e ensaios fotográficos primorosos dando um tom muito mais profissional ao trabalho das bandas em nossa cena.

Rock – CE: Deixe o seu recado aos fiéis seguidores da AGONY, muito obrigado pela entrevista.

Jerônimo: Agradeço aos amigos e todos que apreciam nosso trabalho musical que embora seja simples, mas não simplório, tenha conseguido sobreviver durante tanto tempo, mesmo com suas adversidades, em um cenário que na maioria das vezes foi tão instável e que, a meu ver, começa a ganhar seu melhor momento agora, tanto em relação ao público como também na qualidade de novas bandas e espaços mais atrativos que proporcionam um suporte adequado ao trabalho musical como um todo. Eu agradeço pelo espaço concedido, forte abraço e força!

Contato: www.facebook.com/agonythrash?fref=ts 


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Cabra da Peste Expo Tattoo


Arte na pele. Considerada por muito tempo como símbolo de marginalidade e rebeldia, a tatuagem virou acessório da moda nos dias atuais.

Fortaleza tem alguns dos melhores tatuadores do Brasil mas nunca teve um evento anual voltado para este segmento. Foi pensando nisso que o tatuador Fábio Filé, depois de viajar por todo o Brasil, decidiu criar um evento que congregasse tudo em um único lugar. "Eu sempre ia para as convenções de tatuagem e notei que em Fortaleza nós tínhamos essa carência", disse Filé.

Nesta primeira edição, serão 31 expositores de várias partes do Brasil, como São Paulo, Brasília e Pará. O evento contará ainda com shows de bandas locais e DJ´s. Haverá também um concurso de beleza (Missa Maria Bonita) que elegerá a garota tatuada mais bela e arretada.

Serviço:
Primeira Exposição de Tatuagem - Cabra da Peste Expo Tattoo 2014
Data: Dias 26 e 27 de novembro no Kukukaya Casa de Show regional.
Hora: Das 14h às 00h.
Ingressos: R$15,00 (antecipado) / R$20,00 (no local)

Informações para a imprensa: 9660-6704 (Fábio Filé)

Evento no facebook:
https://www.facebook.com/cabradapestetattoo?fref=ts

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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Headbangers Latinoamerica: site lutando pela união do Metal sul-americano


Pode parecer estranho, mas não só no Brasil temos uma cena desunida, mesmo contando com grandes bandas de alta qualidade. Este cenário é visto por toda a América do Sul.

Tentando remediar um pouco disto, o site chileno HEADBANGERS LATINOAMERICA vem dando cada vez mais espaço para as bandas underground de todo o mundo, mas especialmente do Brasil e de países sul-americanos.

O site, um dos mais visitados quando se trata de publicações na língua hispânica, apresenta não apenas notícias, mas também abre espaço para resenhas e entrevista, com atenção para bandas desde o underground até o mainstream.

Para conhecer o site, visite: www.headbangerslatinoamerica.com

Conheça também a fan page no Facebook: www.facebook.com/HEADBANGERSLATINOAMERICA

Fonte: Metal Media


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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Necromancia: conheça mais da história da banda nestes 30 anos


Durante os anos 80 a região conhecida como Grande ABC em São Paulo vivenciava uma pequena revolução liderada pelas forças sindicais da indústria metalúrgica. Este ambiente revolucionário industrial serve como pano de fundo para o surgimento de inúmeras bandas de garotos motivados pela energia que vinha dos protestos nas ruas e, como não podia ser diferente, estas bandas tinham em comum o som pesado e rápido influenciados por bandas como Venom, Slayer, Metallica e Dark Angel.

Logo a região do ABC paulista torna-se referência em som pesado e podemos afirmar sem sombra de dúvida que o NECROMANCIA é um dos maiores expoentes desta cena.



Fundada em outubro de 1984 pelos irmãos Marcelo “Índio” D’Castro (Guitarra e Voz), Kiko D’Castro (Bateria e voz) e completando a formação Edgar “Budega” Gerbelli (Baixo), a banda não demora muito para começar a se destacar e com apenas dois anos de estrada gravam o seu primeiro registro na lendária coletânea “Headthrashers Live”, considerado por muitos como o primeiro registro da cena que viria a revelar entre tantos talentos, o guitarrista Andreas Kisser.

Os garotos cresceram e aprenderam a tocar e se você quiser conferir basta ouvir o primeiro compacto intitulado “Hypnotic”, onde o peso do metal aliado à técnica instrumental da banda puderam ser pela primeira vez apreciados.

Com Roberto Fornero no time substituindo o ex-baixista Budega, a banda lança em 1996 o seu primeiro álbum, o homônimo “Necromancia”, considerado como um clássico da cena metal do ABC, o álbum traz faixas de destaque como “Cold Wish”, “No Way Out” e a ousada instrumental “Hypnotic”. Produzido por Geraldo D’arbilly que trabalhou com gente de peso como David Byrne e David Bowie.

Em 2001, contando com a produção do amigo de longa data, Andreas Kisser (Sepultura), o NECROMANCIA lança seu segundo álbum intitulado “Checkmate”. Logo podemos notar a mão do produtor neste trabalho, que diferente do álbum anterior, tinha uma característica mais heavy metal, “Checkmate” é uma pedrada na orelha, um disco forte, pesado e técnico com a cara do NECROMANCIA.



Com participações especiais do próprio Andreas nas faixas “Action/Reaction” e “Greed up to Kill”, Alex Camargo (Krisiun) que empresta sua voz gutural à faixa “The Blooding” e dividindo os vocais na nervosa “Farsa”, Gepeto (Ação Direta). Entre 2003/2004 “Checkmate” é lançado na Europa pelo selo belga Mausoleum Records, tendo boa repercussão no velho continente, obtendo notas positivas na mídia especializada.

https://www.youtube.com/watch?v=ANZIQY3hoDo

Em 2008 o NECROMANCIA negocia com o selo Voice Music o relançamento do álbum “Necromancia”, incluindo todo material fonográfico anterior como: “Headthrashers Live”, a demo “Suicidal Madness” de 88, o compacto “Hypnotic” e a até então inédita versão do Necromancia para “Dead Embrionic Cells” do Sepultura.

Atualmente o NECROMANCIA divulga seu terceiro álbum de estúdio intitulado “Back From The Dead” pela gravadora Voice Music, soltando seu trabalho mais pesado, rápido e sujo de sua carreira, que bebe direto na fonte do Thrash Metal dos anos 80. O novo álbum traz 10 faixas inéditas e a regravação da clássica “Death Lust”, originalmente gravada na demo “Suicidal Madness” de 1988.

A banda está disponível para shows por todo o território brasileiro, para agendar datas entre em contato pelo e-mail: necromanciaband@hotmail.com

https://www.youtube.com/watch?v=JCbvTKdj-dQ

Sites relacionados:
www.necromancia.net
www.facebook.com/necromanciabrazil
www.metalmedia.com.br/necromancia

Fonte: Metal Media

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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Slayer: Anunciada série de estatuetas de integrantes


A KnuckleBonz, criadora da série de estatuetas colecionáveis Rock Iconz anunciou que as estatuetas de Kerry King, Tom Araya e do falecido Jeff Hanneman, do SLAYER, estão sendo produzidas agora. Apenas 1000 exemplares de cada estatueta serão feitos e elas serão despachadas no outono (do Hemisfério Norte).

Fonte: http://whiplash.net/materias/news_811/210795-slayer.html#ixzz3EEb6lPHD

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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Ramones: Perguntas e Respostas


Quem foram todos os componentes da banda?


Joey Ramone: Nome real Jeffrey Hyman. Nascido a 19 de Maio de 1952 em Forrest Hills, New York. Foi o fundador da banda e seu líder até hoje. Na primeira formação era o baterista mas logo depois assumiu os vocais.

Johnny Ramone: Nome real John Cummings. Guitarrista da banda desde a sua formação.

Marky Ramone: Nome real Mark Bell. Nascido a 15 de julho de 1956, no Brooklin. Baterista da banda desde o disco Road To Ruin. Anteriormente havia participado da banda Dust que apesar de não ter feito nenhum sucesso é considerada uma das fundações do punk e heavy metal. Tocou também com os Voivods e Ozzy Osbourne.

CJ Ramone: Nome real Christopher Ward. Nascido em 1965 em Long Island. Baixista da banda a partir do disco Loco Live. Atualmente está alcançando um relativo sucesso com sua banda Los Gusanos.

Dee Dee Ramone: Nome real Douglas Colvin. nascido a 18 de setembro de 1952 em Fort Lee, Virginia. Baixista da banda até o álbum Brain Drain. Após abandonar os Ramones iniciou uma má sucedida carreira como artista de rap, gravando o disco Standing in the Spotlight. Montou também o projeto punk rock ICLC gravando Chinese Dragons. Voltou a compor com os Ramones incluindo a música Crusher (gravada anteriormente como um rap) no disco Adios Amigos; participou ainda por telefone da música Born To Die In Berlin. Joey Ramones participa de seu último disco solo.

Tommy Ramone: Nome real Thomas Erdely. Nascido a 29 de janeiro em Budapeste. Baterista fundador da banda ficou sendo apenas seu produtor a partir do disco Road To Ruin.

Richie Ramone: Nome real Richard Beau. Baterista nos álbuns Too Tough To Die, Animal Boy e Halfway To Sanity. A principio não assumiu o nome Ramone sendo o primeiro a aparecer em um disco com seu nome original.

Ritchie Ramone: Baixista original da banda. Não chegou a gravar nenhum disco sendo logo substituído por Dee Dee.

Além destes componentes oficiais participaram da banda Billy Rogers (baterista que gravou algumas faixas no disco Subterranean Jungle) e Clem Burke (baterista que tocou alguns shows na turnê do mesmo disco).

Leia a matéria completa
http://whiplash.net/materias/curiosidades/000745-ramones.html?refredir=207544

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