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quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Blue Pills: conheça o novo Led Zeppelin
Blue Pills é uma banda formada em dezembro de 2011 que vai na contramão da tendência musical contemporânea: presença constante de blues, soul e hard rock.
Line-up
Elin Larsson - Vocalista
Dorian Sorriaux - Guitarra
Zack Anderson - Baixo
André Kvarnström - Bateria
Discografia
- Devil Man (EP - 2013)
O quarteto americano-francês-sueco surpreendeu a cena underground com seu trabalho de estreia. Baixo e bateria bem característicos combinado com solos matadores do guitarrista de apenas 18 anos Dorian Sorriaux harmonizados perfeitamente com a voz marcante de Elin Larsson. O sucesso do trabalho foi tão grande que a gravadora Nuclear Blast logo procurou a banda.
Fonte: http://whiplash.net/materias/news_811/210791-bluepills.html#ixzz3EEf85KYR
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segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Dr Sin: Confirmado para o Insano Rock Festival
Quem disse que no interior não tem Rock! Quixadá através do Insano Rock Festival trará ao Ceará Dr. Sin. Confira:
O power trio paulistano Dr. Sin é atração confirmada no Insano Rock Festival, evento que acontecerá nos dias 21 e 22 de novembro deste ano na cidade de Quixadá, localizada no Sertão Central do Ceará, a 158 km de Fortaleza.fonte:
http://blogs.diariodonordeste.com.br/rocknordeste/shows/icone-do-hard-rock-nacional-dr-sin-e-atracao-confirmada-de-festival-em-quixada/
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terça-feira, 12 de agosto de 2014
16.08 Faces of War e Intrusor no Dragão do Mar
Faces of War e Intrusor no Dragão do Mar dia 16/08!!
Evento aberto pra galera Heavy Metal e Hard Rock!!
Evento aberto pra galera Heavy Metal e Hard Rock!!
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terça-feira, 5 de agosto de 2014
ENTREVISTA: Fireline - estranho no ninho
Em julho de 2014, a edição 186 da revista Roadie Crew, principal veículo de comunicação de Metal e Classic Rock do Brasil, e um dos principais das Américas, trouxe em suas páginas uma matéria sobre a banda de Hard Rock, Fireline. Com exclusividade, o Rock-CE traz para os amigos internautas a conversa – entre o nosso colaborador, Leonardo M. Brauna (também colaborador daquela publicação mensal) e o guitarrista fundador, André Rodger – que gerou o texto da matéria e, com isso, o deslocamento do grupo cearense ao cenário brasileiro. Confira!
Foto: Gandhi Guimarães
O cenário cearense vem se destacando por revelar bandas de peso brutal para o Brasil, mas paralelo a essa característica, outras com melodia mais apurada e riffs mais “lapidados” tentam conviver no mesmo espaço. Fireline é uma delas. Com três trabalhos de estúdio e uma polêmica no currículo, o seu líder e guitarrista André Rodger comenta sobre a situação da banda e o andamento da cena para os fãs de Hard Rock de sua cidade, Fortaleza.
O estilo Hard Rock em Fortaleza, não é um dos mais presentes entre as bandas, apesar de possuir um bom público. A que se deve essa diferença?
André Rodger: Acho que temos poucas bandas autorais na ativa, antes tínhamos mais. Isso afasta muito o público dessa área dos shows que, em sua maioria, expõem o Metal Tradicional e outras vertentes. Alguns produtores também preferem realizar shows por estilo e isso não ajuda no desenvolvimento da cena.
André Rodger: Acho que temos poucas bandas autorais na ativa, antes tínhamos mais. Isso afasta muito o público dessa área dos shows que, em sua maioria, expõem o Metal Tradicional e outras vertentes. Alguns produtores também preferem realizar shows por estilo e isso não ajuda no desenvolvimento da cena.
Mesmo com essa divisão de estilos por shows, o Fireline tem sido a única banda que já compartilhou palco com nomes extremos como, S.O.H. e Encéfalo.
André: Eu gosto de tocar com bandas mais extremas por que tem aquele impacto. Você sobe ao palco e nos primeiros acordes o público que não conhece só observa, mas depois tudo volta ao normal e todos acabam curtindo da mesma forma. E é muito comum depois virem falar coisas tipo: ‘Poxa cara, não curto muito Hard Rock, mas a partir de agora vou dar uma maior atenção ao estilo.' Tocar com eles para mim é natural, pois conheço boa parte dos músicos que toca extremo, no caso do S.O.H. tem o Bruno Gabai e George Frizzo, amigos de palco há mais de vinte anos, e eles nos tratam muito bem, na verdade todos nos tratam bem, e o público mais extremo vê isso e dá mais atenção à banda que está subindo. Fazemos o "mesmo som" de maneira de diferente e nada mais.
André: Eu gosto de tocar com bandas mais extremas por que tem aquele impacto. Você sobe ao palco e nos primeiros acordes o público que não conhece só observa, mas depois tudo volta ao normal e todos acabam curtindo da mesma forma. E é muito comum depois virem falar coisas tipo: ‘Poxa cara, não curto muito Hard Rock, mas a partir de agora vou dar uma maior atenção ao estilo.' Tocar com eles para mim é natural, pois conheço boa parte dos músicos que toca extremo, no caso do S.O.H. tem o Bruno Gabai e George Frizzo, amigos de palco há mais de vinte anos, e eles nos tratam muito bem, na verdade todos nos tratam bem, e o público mais extremo vê isso e dá mais atenção à banda que está subindo. Fazemos o "mesmo som" de maneira de diferente e nada mais.
Foto: Jefferson Costa
Que idéia você teria para uma maior valorização do Hard Rock no cenário local?
André: As bandas e fãs de Hard Rock devem se inserir no contexto underground. Sou ‘old school’, então ouvir Dokken ou Cannibal Corpse é apenas uma questão de estado de espírito, é lógico que sempre temos nossas preferências. Mas é preciso haver uma conexão ideológica e musical, a pessoa não pode pensar: ‘Hard Rock não é Metal’ ou vice-versa. E é se inserindo nesse contexto que as bandas vão mostrar o contrário, a Fireline quer tocar para todos. Também é importante sair do horizonte imaginário que Hard Rock só tem haver com o glamour de ‘Sunset Strip’ etc. Nossa realidade social não tem haver com isso, não tem sentido falar de limusines ou ‘groupies’ nas musicas, não é esse tipo de pensamento que faz uma banda de Hard Rock ser melhor ou pior.
André: As bandas e fãs de Hard Rock devem se inserir no contexto underground. Sou ‘old school’, então ouvir Dokken ou Cannibal Corpse é apenas uma questão de estado de espírito, é lógico que sempre temos nossas preferências. Mas é preciso haver uma conexão ideológica e musical, a pessoa não pode pensar: ‘Hard Rock não é Metal’ ou vice-versa. E é se inserindo nesse contexto que as bandas vão mostrar o contrário, a Fireline quer tocar para todos. Também é importante sair do horizonte imaginário que Hard Rock só tem haver com o glamour de ‘Sunset Strip’ etc. Nossa realidade social não tem haver com isso, não tem sentido falar de limusines ou ‘groupies’ nas musicas, não é esse tipo de pensamento que faz uma banda de Hard Rock ser melhor ou pior.
Você começou tocando baixo, mas se qualificou como guitarrista. Por que essa mudança?
André: Na verdade eu sempre quis ser guitarrista, mas na minha primeira banda, o Beowulf, não tinha vaga para guitarrista e eu também não era qualificado para a vaga, mas como a vontade de estar numa banda de Metal era maior, eu fui para o baixo, só que quando sai, já tinha em mente montar o que seria a Fireline como guitarrista.
André: Na verdade eu sempre quis ser guitarrista, mas na minha primeira banda, o Beowulf, não tinha vaga para guitarrista e eu também não era qualificado para a vaga, mas como a vontade de estar numa banda de Metal era maior, eu fui para o baixo, só que quando sai, já tinha em mente montar o que seria a Fireline como guitarrista.
Foi nesse período que você conheceu o baterista Janildo Sá, chamando-o para tocar?
André: Isso mesmo. Tínhamos um amigo em comum que nos apresentaram apesar de morarmos no mesmo bairro e gostarmos do mesmo tipo de musica. Não nos conhecíamos e esse amigo fez a ponte. Desde então começamos uma amizade que dura até hoje.
André: Isso mesmo. Tínhamos um amigo em comum que nos apresentaram apesar de morarmos no mesmo bairro e gostarmos do mesmo tipo de musica. Não nos conhecíamos e esse amigo fez a ponte. Desde então começamos uma amizade que dura até hoje.
Foto: Gandhi Guimarães
André: Nas duas primeiras demos eu cantei não por vontade e sim por consequência, não sou vocalista de origem, então para melhorar a banda, principalmente ao vivo, havia necessidade de um vocal. Meu vocal é agudo de uma maneira geral, então a voz feminina que geralmente é mais aguda, acabou dando um ‘up’ e soando mais natural do que um vocalista homem cantando notas altas.
O fato de Alinne Madelon (ex – vocalista, The Knickers) possuir um estilo mais voltado ao Hard/Heavy ofuscou um pouco a proposta da banda que exige tons mais melódicos, como nas performances de Wilenaina Barros, atual vocalista?
André: De certo modo sim, porque a banda vai se adaptando aos músicos que estão tocando nela, então intuitivamente, com Alinne, ficamos com um som mais pesado. Ela cantava conforme se sentia bem e isso era o importante. O ponto principal é que Alinne tem a sua banda que precisa de dedicação integral e a Fireline precisava de alguém que soasse mais com essência melódica, e com a entrada de Wilenaina tudo se encaixou rapidamente, tanto que hoje as músicas soam como se tivessem sido feitas para ela cantar.
André: De certo modo sim, porque a banda vai se adaptando aos músicos que estão tocando nela, então intuitivamente, com Alinne, ficamos com um som mais pesado. Ela cantava conforme se sentia bem e isso era o importante. O ponto principal é que Alinne tem a sua banda que precisa de dedicação integral e a Fireline precisava de alguém que soasse mais com essência melódica, e com a entrada de Wilenaina tudo se encaixou rapidamente, tanto que hoje as músicas soam como se tivessem sido feitas para ela cantar.
Foto: André Rocha
André: Para a banda, essa demo tem sido muito importante por mostrar que o nosso trabalho está se consolidando cada vez mais, e a gente sente esse ‘feedback’ do publico nos shows, novas portas estão se abrindo o que traz muita satisfação e também responsabilidade.
Como foi a participação do músico Giovanni Sena na demo?
André: O Giovanni é um amigo de longa data e conversando surgiu a idéia de fazermos um projeto em parceria, por enquanto não vingou, apesar de algumas músicas compostas. Na mesma época começamos a gravar a demo e, sem baixista fixo, pedi pra ele quebrar essa. Ficou muito bom, não canso de agradecer a sua ajuda.
André: O Giovanni é um amigo de longa data e conversando surgiu a idéia de fazermos um projeto em parceria, por enquanto não vingou, apesar de algumas músicas compostas. Na mesma época começamos a gravar a demo e, sem baixista fixo, pedi pra ele quebrar essa. Ficou muito bom, não canso de agradecer a sua ajuda.
A cozinha com o novo baixista, Milson Feitosa, está mais solta. Sua técnica chega até unir o Jazz ao Rock em alguns improvisos. Essa versatilidade com o carisma de Wilenaina deixa a banda mais instigante em palco, concorda?
André: Sim, o time está melhor. E isso tem haver com a maneira como compomos as musicas, eu levo uma guia e no ensaio cada um vai executando a sua maneira até acharmos que está ok, e essa liberdade vai para o palco.
André: Sim, o time está melhor. E isso tem haver com a maneira como compomos as musicas, eu levo uma guia e no ensaio cada um vai executando a sua maneira até acharmos que está ok, e essa liberdade vai para o palco.
Foto: André Rocha
André: Não acredito que tenha sido. Apesar de tudo achei que ele foi mal educado, não com a Fireline, mas com o povo brasileiro. Não era para tanto. O importante é que temos outras músicas além de Fireline, isso já está no passado.
Contatos:
msnfireline@hotmail.com
facebook.com/firelinece
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terça-feira, 3 de junho de 2014
Conheça a banda Portuguesa THE BOURBONS
Pra você que acha que em Portugal só tem vira-vira engana-se lá também tem muito rock 'n roll. Mais uma edição do Rock in Rio foi encerrada por lá então vamos conhecer um pouco do que tem por lá.
Conheçam ai The Bourbons:
Este projeto Rock/Hard Rock, nasceu no final de 2011 com a formação de:
Alex Santos na Bateria
Gil Ferreira no Baixo
Nelson Fontes como Vocalista
Tiago Marques Guitarrista.
A banda encontra-se a trabalhar o segundo disco de originais para dar seguimento ao primeiro registo discografico BAR: Bes Amazing Reasons, lançado pela editora Alemã STF Records, a partir das primeiras Demos que os The Bourbons gravaram, apenas com 3 meses de existência da banda.
Este novo trabalho, encontra-se mais cuidado e mais delineado em termos musicais e sonoros.
O novo disco, será certamente bastante diferente do anterior, mais maduro, mais corpulento e envolvente.
A banda pretende agora divulgar ao máximo o seu trabalho e os espetáculos ao vivo são sem dúvida uma mais valia para os The Bourbons, pois essa é a melhor forma da música ser apresentada. É em frente ao público e com a sua reacção directa, que a banda sente a sua maior recompensa para todo este trabalho que tem vindo a desenvolver.
Facebook: https://www.facebook.com/Thebourbonsband
DEMO para novo album: https://soundcloud.com/the-bourbons/sets/the-bourbons-demo-tape-2014
Agenda The Bourbon's:
31 Maio 2014 Silveira Rock Fest Famões/Lisboa
7 Junho 2014 Espaço Cultural Transforma, Torres Vedras
11 Junho 2014 Cineclube de Telheiras
14 Junho 2014 Fnac Leiria Shopping
21 Maio 2014 Festival Faz Musica Lisboa
27 Junho 2014 Cine Incrível Almadense Almada
28 Junho 2014 Espaço Cultural COISA, Torres Vedras
13 Dezembro 2014 concerto no Centro Cultural Malaposta, Lisboa
Cumprimentos
The Bourbons!
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terça-feira, 10 de dezembro de 2013
13-12 SEXTA-FEIRA 13 UMA NOITE ALUCINANTE!
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
MadeInCeará: Glauco King & West Wolves
Barulhentos, sujos e arruaceiros, todos oriundos da zona oeste de Fortaleza (Barra do Ceará, Vila Velha, Pirambu e Henrique Jorge), com uma performance selvagem pra justificar seu nome animal (ou seria o contrário?). A fórmula não é nenhuma novidade, claro, é apenas rock n' roll...
A história do Glauco King & West Wolves começa com o fim da Bonecas da Barra, um tenebroso conjunto de glam rock conhecido na cena independente de Fortaleza, que rodou o Brasil pelo Movimento Autoral do Ceará (Mova-CE) e chegou a lançar dois EP's em oito anos de existência. Glauco King e Rafael Sobral, respectivamente ex-vocalista e ex-baterista dos bonecas, se juntaram ao guitarrista Luís Guilherme e ao baixista Igor Andrade e iniciaram suas atividades no começo de 2013.
Os wolves investem num som enérgico, rock n' roll explosivo e sem delongas, influenciados pelos clássicos dos anos 60 e 70. A temática das letras retrata o cotidiano do seu habitat natural, com suas ruas perigosas, seus bares-inferninhos, seus personagens noturnos e o sexo e a violência que caracterizam o ambiente, mas tudo de uma forma sincera e despojada, praticamente cuspida, sem politicagens ou sermões.
Atualmente, a banda finaliza o processo de gravação de seu primeiro EP e busca espaço na "selva de pedra" que é a cena rock. Mas, garantem os lobos do oeste fortalezense, isso não é lá um grande problema, afinal lugar de animais como eles é na selva mesmo.
https://www.facebook.com/glaucokingwestwolves
http://glaucoking.tnb.art.br/
segunda-feira, 1 de julho de 2013
MadeInCeará: Dirty Vice
Formada em Agosto de 2009, a banda Dirty Vice é composta atualmente por Victor Nery (guitarra) Eddie Vice (voz),
André Almeida (contrabaixo) e Renato Lima (bateria). Desde o início tem um projeto consistente em músicas autorais
que trazem temas voltados para os conflitos comuns de amor e cotidiano, sem deixar de trazer o feeling das baladas
e o peso e sensualidade inerentes ao estilo.
A banda se apresentou em vários eventos do cenário rock cearense, tendo dado uma pausa de dois anos voltou agora em
fevereiro de 2013 com a formação acima descrita.
Influenciados por ícones do estilo tais como Aerosmith, Led Zeppelin, Guns n’ Roses, Skid Row e AC/DC, dentre muitos
outros, o grupo tem se dedicado com afinco ao crescimento e o aprendizado no intuito de produzir músicas autênticas e
com qualidade instrumental e vocal.
Links e contatos da banda
dirtyvice@rocketmail.com
https://www.facebook.com/DirtyVice
https://soundcloud.com/dirtyvice
http://tnb.art.br/rede/dirtyvice
quarta-feira, 29 de maio de 2013
MadeInCeará: Dynamite
A banda dynamite foi formada com o intuito de reviver o Heavy Metal/Hard Rock oitentista que ficou para trás ao longo do tempo, fazendo assim um som pesado e fiel a velha escola do metal.Formada em meados de 2012 a banda conta com Diego wild na guitarra, Tiago Mesquita no Baixo, Gabriel Said na bateria e John Naza nos Vocais e guitarra.A banda está prestes a lançar o seu primeiro compacto intitulado de ‘’SEXY EXPLOSION’’ A dynamite ja fez algumas apresentações na sua cidade natal e uma fora do estado , tocando em Rio Grande do norte pela cooperativa Rock Tour na qual faz parte.Sendo assim a banda Dynamite espera sempre dar o melhor de si ao publico sempre com musicas e performances novas.
http://www.youtube.com/watch?v=qxVlLSrDP1Q
http://www.facebook.com/pages/Dynamite/320573541399439?ref=hl
domingo, 26 de maio de 2013
Cobertura: 24/05 REVERSE GRIP no Brom's
Noite de hard rock no Brom's
Na sexta passada (24/05) a Brom´s Party House e a Ovelha produções promoveram uma noite de hard rock de arrepiar, contando com a presença das bandas: Like a Suicide, Alka Föxx que abriram a noite ao som de muito hard rock.
Malgrado os percalços da noite, por fim, selando com chave de ouro, subiu ao palco a banda canadense Reverse Grip que levou a galera a loucura, botando todo mundo pra dançar ao som dos hits do álbum "Hunger for Chaos".
Like a Suicide
A banda de abertura da noite que fez um tributo ao Guns n' Roses e trouxe em sua set list os hits mais badalados da banda. Contando com a participação da voz Valério Narciso, os caras agitaram a galera. E para encerrar a participação no evento, já no finalzinho, contou com a participação do vocal de Junioh Rose com um "bis" do repertório!
Gustavo de Paula (Guitarrista Solo)
Alan (Guitarrista, Backing Vocal)
Junioh Roses (Vocal)
Airton Grooviin (Baterista, Backing Vocal)
Lucas Pil (Baixista)
Facebook: https://www.facebook.com/LikeaSuicide?fref=ts
Alka Föxx
A segunda banda a subir no palco do brom's foi a Alka Föxx, que apostando num repertório que mesclou o Hard rock dos anos oitenta e o alternativo, fez a galera agitar. A banca contou com alguns pequenos imprevistos (queimaram o teclado), o que felizmente não os impediu de mostrar para que vieram.
Banda:
Ravenna Alencar - Vocal, Teclados
Luck Foxx - Baixo
Johnny Izzy - Guitarra
Mateus Parente - Bateria
Facebook: https://www.facebook.com/pages/Alka-F%C3%B6xx/310587015627619?fref=ts
Reverse Grip
Divulgando a turnê "Hunger for the world", a banda canadense Reverse Grip, formada pelos irmãos, Dru e Dylan Broda, acompanhados de Kramer White e Chris Young, pousaram em Fortaleza, e pra a alegria dos rockers cearenses, apesar dos "apertos" enfrentados pelos mesmos, realizam um show eletrizante nos palcos do Brom's Party House!
Pra quem não ficou sabendo, os meninos da Reverse Grip passaram por alguns contratempos até a chegada aqui em Fortaleza.
Pelo que me foi informado pelo produtor da Ovelha produções, ao chegarem em Brasília, em razão da quantidade de lugares no avião, não foi possível o embarque da banda toda junta(o primeiro voo só tinha três lugares), assim Dru Broda(Vocalista) acabou por vim em um voo separado, acontece que o bendito voo fez uma escala em Teresina às 2:00hs a.m, enquanto a apresentação estava marcada pra iniciar às 01:00h a.m. Some isso ao fato de eles (integrantes da banda) levaram um calote do locador de apê (salafrário) e que na chegada do vocalista na nossa terrinha, o mesmo se encontrava incomunicável, uma vez que o seu celular estava totalmente descarregado e que ele não fala se quer uma palavra em português.
Cara, é muito azar pra pouca noite!
Enfim, nem todo mal dura pra sempre, e apesar de todas essas dificuldade que acabaram por atrasar a apresentação em mais ou menos duas horas e levar parte da galera presente a ir embora por acreditar que o show não ia mais acontecer, o show ACONTECEU, sim, em Caps Lock, porque foi demais, os caras arrasaram e quem teve paciência e esperou até o fim, certamente não se arrependeu e tem um super show na lembrança!
Pra quem não ficou sabendo, os meninos da Reverse Grip passaram por alguns contratempos até a chegada aqui em Fortaleza.
Pelo que me foi informado pelo produtor da Ovelha produções, ao chegarem em Brasília, em razão da quantidade de lugares no avião, não foi possível o embarque da banda toda junta(o primeiro voo só tinha três lugares), assim Dru Broda(Vocalista) acabou por vim em um voo separado, acontece que o bendito voo fez uma escala em Teresina às 2:00hs a.m, enquanto a apresentação estava marcada pra iniciar às 01:00h a.m. Some isso ao fato de eles (integrantes da banda) levaram um calote do locador de apê (
Cara, é muito azar pra pouca noite!
Enfim, nem todo mal dura pra sempre, e apesar de todas essas dificuldade que acabaram por atrasar a apresentação em mais ou menos duas horas e levar parte da galera presente a ir embora por acreditar que o show não ia mais acontecer, o show ACONTECEU, sim, em Caps Lock, porque foi demais, os caras arrasaram e quem teve paciência e esperou até o fim, certamente não se arrependeu e tem um super show na lembrança!
Banda:
Guitar- Chris Young
Vocals-Dru Broda
Drums-Dylan Broda
Bass-Kramer White
Facebook:https://www.facebook.com/reversegriprock?fref=ts
Vocals-Dru Broda
Drums-Dylan Broda
Bass-Kramer White
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GALERA PRESENTE
Marcadores:
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Brom´s,
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Hard Rock,
Like a Suicide,
REVERSE GRIP
Local:Fortaleza, Ceará, Brasil
Rua dos Tabajaras, 402 - Praia de Iracema, Fortaleza - CE, 60060-510, República Federativa do Brasil
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