quarta-feira, 6 de agosto de 2014

09-08 FLIPERAMA #73. 09/08 NO ÓRBITA BAR.


FLIPERAMA #73.

DJs: Dado, DenisDead e Marquinhos.

+ Máquinas de fliperama com jogos liberados a noite toda!
++ Os 50 primeiros com entrada GRÁTIS!

Sábado, 09 de Agosto, a partir das 21:00h.

Órbita Bar
R. Dragão do Mar, 207 (Dragão do Mar).

Telefone: 3453 14 21

facebook.com/coletivofliperama
Twitter: @FliperamaParty
Instagram: FliperamaParty

Sabe aquela festa onde você vai dançar: Indie, Pop, Rock, Eletrônica, Os Clássicos do rock e do punk sem fronteiras? Essa é a FLIPERAMA. Com 10 anos de estrada a festa sempre segue as novas tendências dos bons sons em suas edições, fazendo com que cada vez mais o público se torne fiel, dançando tudo que se toca nas pistas mundo afora e "aquela-música-que-só-você-acha-legal".

Comandada pelos dj’s: Marquinhos, Dado e Marcelo DenisDead, fazem parte da cena musical da cidade e ajudaram a criar a cultura dançante “rocker” de Fortaleza.
Os três djs têm estilos bem distintos e ao mesmo tempo complementares.

Dj Marquinhos é um dos djs mais atuantes do cenário, seu ecletismo é a marcas de seus trabalhos, com apresentações em vários festivais pelo Brasil e residência em casas como: Domínio Público, Ritz Café, nOise3dClub, Amici’s Esporte Bar, Acervo Imaginário, para citar algumas, está de volta ao órbita Bar com a Fliperama.

Dado Pinheiro
Criador do Projeto Noise3D, sua tendência é o indie e os novos sons, além de discotecar muito dos sons de bandas nacionais e locais dentro do seu estilo. Em 2004 criou o nOise3dClub, casa marcante que consolidou a cena de festas alternativas na cidade, foi residente em casas como: Ritz Café, FafiBar, nOise3dclub, Acervo Imaginário, e Órbita Bar, onde está de volta com a festa Fliperama.

Marcelo DenisDead
Também é criador do Projeto Noise3D, tem em seu estilo além dos novos sons indies, a pegada mais 90 da festa, e clássicos do bom e velho rock’n’roll. Um dos criadores do nOise3dclub. Foi residentes em várias festas em São Paulo onde morou de 2004 à 2010, atuando também com baterista de bandas como: 69%love, Multiplex, Moço Velho e atualmente dividindo seu tempo entre festa locais e os shows da sua banda Jonnata Doll E Os Garotos Solventes.

Nos vemos sábado!!!

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terça-feira, 5 de agosto de 2014

09-08 II Maculele Rockbar Festival


Bandas:
- Apocrifo (Thrash Metal);
- Morddor (Power Metal);
- Sem Recesso (Punk/Fast/Hardcore)

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10-08 A noite do Vinil na sede do Projeto MIRC


Neste domingo a Sede do MIRC apresenta em sua Sala de Vivências Musicais, A Modos Rudes Soundsystem, uma equipe de dj's que tem como objetivo fazer discotecagens e divulgar vários sons relacionados a cena mod e black. Saindo das vitrolas o melhor do rhythm and blues, música jamaicana, soul, samba-rock, street punk, jovem guarda, beat e música negra em geral. A equipe é formada por Marcus e Roberta nas vitrolas e Chico Fontela o melhor seletor de clássicos de Northern Soul. Desde de abril de 2014 ,a Modos Rudes Soudsystem vem fazendo as pessoas dançarem a 33 & 45 rotações!

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09-08 Hollywood Dayz no Maria Bonita


Vocês pediram e nós atendemos. Devido ao grande sucesso do show "The Best of 2" , estaremos reeditando esse show no dia 09 de Agosto no Maria Bonita, tocando os maiores clássicos do Bon Jovi, Aerosmith, Whitesnake e Guns N' Roses. Queremos ver todos lá mais uma vez. Let´s Go HDZ Army...

Couvert Artístico: R$ 8,00
Informações: 085 3224-7290 / 085 8730-3271

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09-08 KILLER QUEEN


09 DE AGOSTO - SÁBADO
KILLER QUEEN NO BAR ROCK 80

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09-08 Jurassic Pan com RPM (Turnê Elektra - 30 anos) - 09 de agosto - Musique


A D&E Entretenimento e a Empire trazem mais um grande evento a Fortaleza. Jurassic Pan com RPM comemora 30 anos de carreira, com a turnê Elektra, e se apresenta no dia 9 de agosto, na Musique.

Participações: Danny Kelton da Jovem Pan Fortaleza, Fets Domino (Tocando todos os maiores clássicos do Rock and Roll Internacional) e The Mob.

Pontos de Venda: 

Distrivideo Locadora (Av. Antônio Sales, 2927)
Blinclass (Shopping Benfica, Via Sul, Iguatemi e North Shopping)

Vendas online: www.ingressando.com.br

Valores dos Ingressos:

R$ 42,00 Pista (Meia)
R$ 72,00 Frontstage (Meia) 
R$ 92,00 Camarote (Meia)

Abertura dos portões às 22 horas.

Realização: D&E Entretenimento e a Empire.

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09-08 II – BACK TO THE HEAVY


09/AGOSTO/2014 - SÁBADO - 22:00 - BEACH CLUB

COM AS BANDAS:
- ALCHEMY (Tributo MANOWAR); 
- Traiblazers (Autoral e Clássicos do Heavy Metal Mundial);
- Cold Lake; Cold Lake
- Scariotz

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09-08 Semi-Final Coverama Ceará 2014


O maior festival de bandas covers do Brasil

A Partir das 20h Arena Hits Brasil (Atrás do The Pub)

★ ABERTURA: FOO FIGHTERS + AUTORAIS VÓRIS VULGAR

♫ BLACK LABEL SOCIETY
♫ METALLICA
♫ MUSE
♫ MASSACRATION
♫ JIMMI HENDRIX
♫ AS I LAY DYING
♫ REAÇÃO EM CADEIA
♫ MATANZA

★ Ingressos:

ANTECIPADOS: JÁ A VENDA!!!
HANDARA (IGUATEMI E NORTH SHOPPING)

ANTECIPADO: R$ 15,00
NA HORA: R$ 20,00

★ Faixa etária:
18 anos
A partir de 16 anos com Autorização e acompanhado de maior de idade.
Baixe a autorização neste link: http://coveramaceara.wordpress.com/autorizacao-menores/

★ Curta nossa página: https://www.facebook.com/coveramace
★ Site: http://coveramaceara.wordpress.com/
★ Twitter: @coveramaceara
★ Instagram: /coveramaceara

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08-08 RAUL SEIXAS TRIBUTO (BANDA SALT) NO MARIA BONITA


*RAUL SEIXAS TRIBUTO (BANDA SALT) NO MARIA BONITA*

Couvert Artístico: R$ 8,00
Informações: 085 3224-7290 / 085 8730-3271

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08-08 CACO DE VIDRO NO ROCK 80 BAR


08 DE AGOSTO - SEXTA- FEIRA
TRIBUTO AO PINK FLOYD COM CACO DE VIDRO NO ROCK 80 BAR ÀS 23:00HS

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08 e 09-08 GOODBYE FESTIVAL AUTORAL


No mês da despedida do Acervo Imaginário, uma das principais casas de divulgação dos novos artistas autorais da cidade, a gente preparou uma surpresa pra todo mundo que tem prestigiado a criatividade dos trabalhos independentes das bandas de Fortaleza. O Goodbye Festival Autoral é um evento que reúne grupos de estilos diversos, a cara do Acervo Imaginário durante todos esses anos em que esteve patrocinando a música na cidade.


Na sexta feira, dia 08 de agosto, é o dia do Rock com Velhos Abutres, Os Coadjuvantes e Cocaine Cobras.

Já no sábado sobem ao palco trabalhos com perfis diferentes, que mostram toda a diversidade da cena Fortalezense autoral e todo o lirismo em letras e arranjos. São eles: Luiza e a Casa dos 30, a cantora Lídia Maria e a banda Capotes Pretos na Terra Marfim.

Serviço:
Goodbye Festival Autoral 
Bandas de sexta(08): Velhos Abutres, Os Coadjuvantes e Cocaine Cobras.
Bandas de sábado (09): Luiza e a Casa dos 30, Lídia Maria e Capotes Pretos na Terra Marfim.
Ingressos antecipados: Na Desfinado (Del Paseo), Cafe-Passeio Passeio e Livraria Lua Nova Livraria
Preços: Para sexta e sábado R$30,00 
Individual para cada dia R$20,00 
Na hora R$25,00
Informações: 3221 48 94 / 3456 3034/3023-6279/3063-8782
Endereço: Avenida Pessoa Anta, 194 Dragão do Mar 
Local: Acervo Imaginário Bar Cultural

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ENTREVISTA: Fireline - estranho no ninho

Em julho de 2014, a edição 186 da revista Roadie Crew, principal veículo de comunicação de Metal e Classic Rock do Brasil, e um dos principais das Américas, trouxe em suas páginas uma matéria sobre a banda de Hard Rock, Fireline. Com exclusividade, o Rock-CE traz para os amigos internautas a conversa – entre o nosso colaborador, Leonardo M. Brauna (também colaborador daquela publicação mensal) e o guitarrista fundador, André Rodger – que gerou o texto da matéria e, com isso, o deslocamento do grupo cearense ao cenário brasileiro. Confira!

Foto: Gandhi Guimarães

O cenário cearense vem se destacando por revelar bandas de peso brutal para o Brasil, mas paralelo a essa característica, outras com melodia mais apurada e riffs mais “lapidados” tentam conviver no mesmo espaço. Fireline é uma delas. Com três trabalhos de estúdio e uma polêmica no currículo, o seu líder e guitarrista André Rodger comenta sobre a situação da banda e o andamento da cena para os fãs de Hard Rock de sua cidade, Fortaleza.

O estilo Hard Rock em Fortaleza, não é um dos mais presentes entre as bandas, apesar de possuir um bom público. A que se deve essa diferença?
André Rodger: Acho que temos poucas bandas autorais na ativa, antes tínhamos mais. Isso afasta muito o público dessa área dos shows que, em sua maioria, expõem o Metal Tradicional e outras vertentes. Alguns produtores também preferem realizar shows por estilo e isso não ajuda no desenvolvimento da cena.

Mesmo com essa divisão de estilos por shows, o Fireline tem sido a única banda que já compartilhou palco com nomes extremos como, S.O.H. e Encéfalo.
André: Eu gosto de tocar com bandas mais extremas por que tem aquele impacto. Você sobe ao palco e nos primeiros acordes o público que não conhece só observa, mas depois tudo volta ao normal e todos acabam curtindo da mesma forma. E é muito comum depois virem falar coisas tipo: ‘Poxa cara, não curto muito Hard Rock, mas a partir de agora vou dar uma maior atenção ao estilo.' Tocar com eles para mim é natural, pois conheço boa parte dos músicos que toca extremo, no caso do S.O.H. tem o Bruno Gabai e George Frizzo, amigos de palco há mais de vinte anos, e eles nos tratam muito bem, na verdade todos nos tratam bem, e o público mais extremo vê isso e dá mais atenção à banda que está subindo. Fazemos o "mesmo som" de maneira de diferente e nada mais.

Foto: Jefferson Costa

 Que idéia você teria para uma maior valorização do Hard Rock no cenário local?
André: As bandas e fãs de Hard Rock devem se inserir no contexto underground. Sou ‘old school’, então ouvir Dokken ou Cannibal Corpse é apenas uma questão de estado de espírito, é lógico que sempre temos nossas preferências. Mas é preciso haver uma conexão ideológica e musical, a pessoa não pode pensar: ‘Hard Rock não é Metal’ ou vice-versa. E é se inserindo nesse contexto que as bandas vão mostrar o contrário, a Fireline quer tocar para todos. Também é importante sair do horizonte imaginário que Hard Rock só tem haver com o glamour de ‘Sunset Strip’ etc. Nossa realidade social não tem haver com isso, não tem sentido falar de limusines ou ‘groupies’ nas musicas, não é esse tipo de pensamento que faz uma banda de Hard Rock ser melhor ou pior.

Você começou tocando baixo, mas se qualificou como guitarrista. Por que essa mudança?
André: Na verdade eu sempre quis ser guitarrista, mas na minha primeira banda, o Beowulf, não tinha vaga para guitarrista e eu também não era qualificado para a vaga, mas como a vontade de estar numa banda de Metal era maior, eu fui para o baixo, só que quando sai, já tinha em mente montar o que seria a Fireline como guitarrista.

Foi nesse período que você conheceu o baterista Janildo Sá, chamando-o para tocar?
André: Isso mesmo. Tínhamos um amigo em comum que nos apresentaram apesar de morarmos no mesmo bairro e gostarmos do mesmo tipo de musica.  Não nos conhecíamos e esse amigo fez a ponte. Desde então começamos uma amizade que dura até hoje.

Foto: Gandhi Guimarães

  Vocês gravaram algumas canções com a sua própria voz, e ela se encaixa muito bem à proposta do Hard Rock. Por que a decisão de chamar vocalistas femininas para a banda?
André: Nas duas primeiras demos eu cantei não por vontade e sim por consequência, não sou vocalista de origem, então para melhorar a banda, principalmente ao vivo, havia necessidade de um vocal. Meu vocal é agudo de uma maneira geral, então a voz feminina que geralmente é mais aguda, acabou dando um ‘up’ e soando mais natural do que um vocalista homem cantando notas altas.

O fato de Alinne Madelon (ex – vocalista, The Knickers) possuir um estilo mais voltado ao Hard/Heavy ofuscou um pouco a proposta da banda que exige tons mais melódicos, como nas performances de Wilenaina Barros, atual vocalista?
André: De certo modo sim, porque a banda vai se adaptando aos músicos que estão tocando nela, então intuitivamente, com Alinne, ficamos com um som mais pesado.  Ela cantava conforme se sentia bem e isso era o importante. O ponto principal é que Alinne tem a sua banda que precisa de dedicação integral e a Fireline precisava de alguém que soasse mais com essência melódica, e com a entrada de Wilenaina tudo se encaixou rapidamente, tanto que hoje as músicas soam como se tivessem sido feitas para ela cantar.

Foto: André Rocha

 A última demo, The Final Storm, foi bem recebida e, desde o seu lançamento em dezembro de 2013, tem levado a banda a participar de grandes eventos. Como vem sendo esses momentos?
André: Para a banda, essa demo tem sido muito importante por mostrar que o nosso trabalho está se consolidando cada vez mais, e a gente sente esse ‘feedback’ do publico nos shows, novas portas estão se abrindo o que traz muita satisfação e também responsabilidade.

Como foi a participação do músico Giovanni Sena na demo?
André: O Giovanni é um amigo de longa data e conversando surgiu a idéia de fazermos um projeto em parceria, por enquanto não vingou, apesar de algumas músicas compostas. Na mesma época começamos a gravar a demo e, sem baixista fixo, pedi pra ele quebrar essa. Ficou muito bom, não canso de agradecer a sua ajuda.

A cozinha com o novo baixista, Milson Feitosa, está mais solta. Sua técnica chega até unir o Jazz ao Rock em alguns improvisos. Essa versatilidade com o carisma de Wilenaina deixa a banda mais instigante em palco, concorda?
André: Sim, o time está melhor. E isso tem haver com a maneira como compomos as musicas, eu levo uma guia e no ensaio cada um vai executando a sua maneira até acharmos que está ok, e essa liberdade vai para o palco.

Foto: André Rocha

  O que você tem a dizer sobre a situação que envolveu a canção Fireline, onde os fãs acusaram o guitarrista Timo Tolkki (ex – Stratovarius) de ter plagiado o seu riff, utilizando-o na canção Enshrined In My Memory, do projeto Timo Tolkki’s Avalon? De acordo com o finlandês, isso jamais aconteceu.

André: Não acredito que tenha sido. Apesar de tudo achei que ele foi mal educado, não com a Fireline, mas com o povo brasileiro. Não era para tanto. O importante é que temos outras músicas além de Fireline, isso já está no passado.

Contatos:
msnfireline@hotmail.com
facebook.com/firelinece 


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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Ozzy Osbourne: Show em Curitiba?



Será!?

Fontes não oficiais informam que o show Príncipe das Trevas esta sendo negociado para ainda este ano no Teatro Positivo. Esta seria a primeira apresentação de Ozzy Osbourne em Curitiba e em um teatro. Mais informações em breve.
fonte:
http://x-presson.com/wordpress/2014/08/03/em-primeira-mao-ozzy-osborne-em-curitiba/

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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

OPINIÃO: Em Fortaleza Speed/Thrash/Death não são "retrô"


A capital cearense durante anos vem trilhando dentro de sua cena underground, caminhos que levam ao público nacional uma gama de representações relevantes provenientes do Heavy Metal. O cenário nos anos oitenta e noventa sofreu grande influência do Thrash Metal da ‘Bay Area’ de San Francisco (EUA), da New Wave Of Britsh Heavy Metal (logicamente da Inglaterra) e principalmente, do Metal feito na Alemanha. Aqui no Brasil, foram importantes para sua construção, os movimentos de Belo Horizonte (MG) no acompanhamento de bandas como Sepultura, Mutilator e Sarcófago e também dos “mitos” de São Paulo (SP) através das bandas que compunham o projeto SP Metal, dentre outras – mencionando também trabalhos de bandas do Rio de Janeiro (RJ) como, Dorsal Atlântica e Taurus. O tempo foi passando e a herança foi se valorizando na terra de José de Alencar. Muitos daqueles ídolos descansaram durante décadas resurgindo apenas na entrada dos anos “2000”, o chamado Retrô da Cena Thrash. As bandas de Fortaleza então, mesmo sem apoio de grandes selos sempre se mantiveram fiéis à sua herança e, mesmo reclusas ao seu território (algumas foram bem mais longe), conseguiram durante todo esse tempo renovar a sua cultura no Metal. Hoje, não é mais novidade para o Brasil que não só a capital, mas todo o Ceará é referência em estilos extremos do Metal, isso porque enquanto muitos hibernavam fora de suas linhas, lá dentro tudo se intensificava, e essa substância que corre nas veias desses nordestinos cada vez mais encontra novos dutos. Conquistar o atributo de referência em música extrema de uma nação jamais foi algo planejado por esses guerreiros, mas consequência da dedicação pelo que faz. Por que não se orgulhar?

Fotos: Facebook.


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RESENHA DE CD: Judas Priest - Redeemer Of Souls

Columbia Records
Jul/2014 - 61:58 min.

Seis anos se passaram até o retorno do Judas Priest com um álbum que, de fato, tivesse a sua cara.  A alma adormecida em sua “aventura” conceitual chamada Nostradamus, finalmente foi despertada neste ano de 2014 com Redeemer Of Souls. É certo que em cada uma das treze canções, o fã do Judas poderá sentir certa angústia por não conferir os timbres característicos da guitarra de K.K. Downing, mas o seu sucessor, Richie Faulkner – que antes acompanhava a filha de Steve Harris na Lauren Harris Band –, tem feito grande trabalho desde a sua entrada em 2011. A diferença maior é notada nos solos que apesar de preencher com classe grandes músicas como, March Of The Damned (lançada como single antes do lançamento do álbum) e a seguinte, Down In Flames, causa uma sensação muito diferente do que era feito até três anos atrás. Rob Halford que, em 25 de agosto completará 62 anos de idade, mostra que ainda tem muito fôlego em músicas como na faixa título (que também saiu como single), Halls Of Valhalla e Battle Cry. A cozinha de Scott Travis (baterista) e Ian Hill (baixista) não tem o que discutir, sempre foi uma das mais perfeitas do mundo do Heavy Metal e aqui não fica por menos.  Os pontos fracos estão em Secrets Of The Dead e Beginning Of The End que não correspondem à pegada do disco. A arte gráfica feita por Mark Wilkinson, que já trabalhou em quatro capas da banda – Ram It Down (1988), Painkiller (1990), Jugulator (1997) e Nostradamus (2008) – tentou resgatar o mesmo clima de Painkiller, criando mais um cenário deslumbrante. Mas cuidado! Não cometa o erro de fazer tal comparação musicalmente. Bem vindo de volta, Judas Priest! 8,0


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